Marina Lima revela: "Anitta fez com que eu aceitasse o tamanho do meu bumbum"

Marina Lima revela: “Anitta fez com que eu aceitasse o tamanho do meu bumbum”

Marina Lima celebra liberdade feminina e autoaceitação inspirada por Anitta Aos 70 anos, Marina Lima, ícone da música brasileira, compartilhou em entrevista à Revista ELA como a nova geração de artistas, em especial Anitta, a influenciou a abraçar seu corpo e se sentir mais livre. A compositora carioca, conhecida por sua visão vanguardista, destacou a […]

Resumo

Marina Lima celebra liberdade feminina e autoaceitação inspirada por Anitta

Aos 70 anos, Marina Lima, ícone da música brasileira, compartilhou em entrevista à Revista ELA como a nova geração de artistas, em especial Anitta, a influenciou a abraçar seu corpo e se sentir mais livre.

A compositora carioca, conhecida por sua visão vanguardista, destacou a importância de Anitta em um movimento de empoderamento e autoaceitação que reverberou em sua própria vida.

“A Anitta liberou minha bunda, fez com que eu aceitasse o tamanho do meu bumbum”, afirmou Marina, ressaltando o impacto dessa nova onda de liberdade.

A busca pela autoaceitação e o corpo brasileiro

Marina Lima revelou que, no passado, sentia a necessidade de disfarçar suas formas, buscando um corpo mais esguio. “No passado, eu, que tenho corpo de brasileira, tentava ter um bumbum menor, mais de ‘bailarina'”, confessou.

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A cantora acredita que o movimento impulsionado por Anitta foi “libertador”, permitindo que muitas pessoas, inclusive ela, se sentissem mais à vontade com suas identidades e corpos.

Conexão com o presente e novas pautas

Refletindo sobre sua relação com o tempo, Marina Lima enfatiza a importância de se conectar com as pautas atuais. “Não se pode querer que eu, ou alguém, que estiver ligado ao mundo de hoje, faça o mesmo de anos atrás. O mundo mudou”, pondera.

Ela aponta para a liberdade de expressão de gênero como um dos aspectos fascinantes do presente. “Tem uma coisa de liberdade que vejo em homens e mulheres trans, por exemplo”, comenta, citando a abertura para diferentes identidades.

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Um “menu” de identidades para explorar

Marina, que é abertamente bissexual e casada com uma mulher, expressa admiração pela diversidade de identidades disponíveis hoje. “Se eu fosse de outra geração, não sei o que escolheria ser. Acho muito legal o menu que a gente tem atualmente. É lindo, fascinante”, declarou.

A artista celebra a evolução social e a maior aceitação de diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, vendo isso como um reflexo de um mundo em constante transformação e expansão de possibilidades.

Fonte: O Globo

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