Pacto Estadual Contra o Feminicídio no RJ se Torna Política Permanente para Combater Violência Letal contra Mulheres

Pacto Estadual Contra o Feminicídio no RJ se Torna Política Permanente para Combater Violência Letal contra Mulheres

Pacto Estadual Contra o Feminicídio no RJ se Torna Política Permanente O Pacto Estadual Rio de Janeiro Contra o Feminicídio foi oficializado como política pública permanente no estado. A medida, sancionada pelo Governo do Rio e publicada nesta segunda-feira (22), visa consolidar a atuação integrada de diversos setores no combate à violência letal contra as […]

Resumo

Pacto Estadual Contra o Feminicídio no RJ se Torna Política Permanente

O Pacto Estadual Rio de Janeiro Contra o Feminicídio foi oficializado como política pública permanente no estado. A medida, sancionada pelo Governo do Rio e publicada nesta segunda-feira (22), visa consolidar a atuação integrada de diversos setores no combate à violência letal contra as mulheres.

A nova legislação, Lei 11.231/26, estabelece mecanismos de articulação interinstitucional focados na proteção das mulheres, com atenção especial aos grupos mais vulneráveis, considerando raça, etnia, idade, deficiência ou condição socioeconômica.

A iniciativa busca fortalecer ações de prevenção e acompanhamento dos casos de violência antes que resultem em mortes. A deputada Tia Ju (Republicanos), autora original da norma, destacou a importância de metas para a redução dos índices de feminicídio, o fortalecimento da rede de atendimento e a integração de bancos de dados.

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Fortalecimento da Rede de Atendimento e Prevenção

A norma prevê o fortalecimento da rede de atendimento às vítimas de violência, a integração de bancos de dados de diferentes órgãos e a ampliação da cooperação entre o Estado e os municípios. O objetivo é garantir um acompanhamento mais eficaz dos casos e a prevenção de mortes.

Vetos Presidenciais e Organização Administrativa

Durante a sanção da lei, o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, vetou dispositivos que criavam o Observatório Estadual da Mulher contra a Violência e o Feminicídio e o Comitê Estadual Interinstitucional de Enfrentamento ao Feminicídio. Segundo o Executivo, as medidas poderiam gerar sobreposição de atribuições e interferir na organização administrativa do Estado.

A deputada Renata Souza (Psol), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Alerj, ressaltou que a iniciativa é uma resposta necessária diante dos elevados índices de feminicídio registrados no estado, reforçando a importância de uma atuação conjunta e permanente.

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Fonte: G1

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