Preso por estupro coletivo em Copacabana é indiciado por novo crime em festa no Rio

Preso por estupro coletivo em Copacabana é indiciado por novo crime em festa no Rio

Novo indiciamento para réu de estupro coletivo Vitor Hugo de Oliveira Simonin, um dos presos pelo estupro coletivo de uma menor em Copacabana, foi indiciado pela 12ª DP (Copacabana) por um novo crime. Ele é acusado de estupro de vulnerável contra uma jovem durante uma festa em Botafogo, em 2025. A vítima, que estava alcoolizada, […]

Resumo

Novo indiciamento para réu de estupro coletivo

Vitor Hugo de Oliveira Simonin, um dos presos pelo estupro coletivo de uma menor em Copacabana, foi indiciado pela 12ª DP (Copacabana) por um novo crime. Ele é acusado de estupro de vulnerável contra uma jovem durante uma festa em Botafogo, em 2025. A vítima, que estava alcoolizada, relatou que Simonin a forçou a praticar sexo oral, apesar de sua negativa repetida.

O caso veio à tona após a repercussão do crime cometido contra uma estudante do Colégio Pedro II. Testemunhas confirmaram que Simonin tentou tocar a vítima diversas vezes sem permissão durante a festa. A adolescente reconheceu formalmente o acusado, e o inquérito policial aponta “robustos indícios de autoria” contra ele.

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Simonin já é alvo de outra investigação. Em julho, a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) da Zona Sul instaurou inquérito após denúncia de possível estupro contra uma adolescente de 17 anos durante o pré-carnaval de 2026. Essa investigação corre em sigilo.

Matheus Veríssimo responde por outro caso

Matheus Veríssimo Zoel Martins, também réu no caso de Copacabana, responde a um segundo processo por um crime semelhante. Em junho, a 12ª DP (Copacabana) concluiu que ele, juntamente com outras duas pessoas, estuprou uma menina de 14 anos em 2023. A vítima relatou ter sido convidada para a casa de Matheus, que na época era menor de idade.

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Segundo o depoimento, ao menos dois suspeitos teriam participado da violência sexual e divulgado imagens do crime. Matheus, que hoje tem 19 anos, responde por ato análogo a estupro. Gabriel de Oliveira Palmieri, outro réu no caso de Copacabana, se entregou à polícia em junho e responde na 1ª Vara Especializada em Crianças e Adolescentes (Veca).

Detalhes do caso de Copacabana

O caso de estupro coletivo em Copacabana envolve quatro réus, todos presos. A audiência do caso, que seria em 7 de junho, foi adiada para 13 de agosto. Na próxima audiência, serão ouvidas as testemunhas de defesa e os depoimentos dos quatro réus.

As defesas dos réus alegaram que a relação sexual foi consentida e negaram o estupro coletivo. Argumentaram que diagnósticos psiquiátricos de Matheus tornariam o depoimento da vítima contraditório. No entanto, o juiz indeferiu a tese da defesa, mantendo o depoimento da vítima válido e a prisão preventiva dos réus. A vítima foi avaliada por perita legista poucas horas após o crime e estava lúcida e orientada, sem indícios de perturbação mental.

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Fonte: G1

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