Edifício Chopin no Rio completa 70 anos com reformas, novas regras e reforço em segurança tecnológica

Edifício Chopin no Rio completa 70 anos com reformas, novas regras e reforço em segurança tecnológica

O ‘renascimento’ do Chopin aos 70 anos Um dos edifícios mais icônicos da orla de Copacabana, o Chopin, celebra seus 70 anos com um verdadeiro ‘renascimento’. O prédio, que já abrigou personalidades como o ex-presidente João Goulart e o empresário Adolpho Bloch, está passando por uma série de reformas e modernizações. A primeira etapa das […]

Resumo

O ‘renascimento’ do Chopin aos 70 anos

Um dos edifícios mais icônicos da orla de Copacabana, o Chopin, celebra seus 70 anos com um verdadeiro ‘renascimento’. O prédio, que já abrigou personalidades como o ex-presidente João Goulart e o empresário Adolpho Bloch, está passando por uma série de reformas e modernizações. A primeira etapa das obras, que inclui a reforma das portarias, a criação de uma brinquedoteca, academia e espaço de bem-estar, será entregue no final de outubro. Em dezembro, uma festa marcará as sete décadas de existência do edifício, que também receberá reforços tecnológicos em sua segurança.

O Chopin, projetado por Jacques Pilon com grande contribuição de Franz Heep, é conhecido por sua arquitetura e por abrigar uma elite de moradores, incluindo figuras da diplomacia, socialites, herdeiros, artistas e famílias tradicionais brasileiras. A modernização visa não apenas aprimorar a qualidade de vida dos residentes, mas também garantir a segurança em um local de grande visibilidade e valor imobiliário.

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A história do edifício remonta a 1956, quando foi construído em um terreno desafiador em Copacabana. A pedra Inhangá, que ocupava o local, foi quebrada e utilizada como matéria-prima, um feito notável do empreendedor polonês Henryk Spitzman Jordan. Atualmente, o edifício conta com 66 apartamentos e lojas que em breve serão reduzidas para sete, mantendo um corpo de funcionários dedicado à sua manutenção e segurança.

Novas áreas de convivência e segurança aprimorada

Entre as novidades, o Chopin ganhará sua primeira área de convivência, algo inédito em sua história. Serão implementadas novas câmeras de segurança, incluindo equipamentos com infravermelho capazes de captar imagens no escuro. A portaria também será reformada, ganhando uma nova divisória para otimizar o controle de acesso.

A síndica Marina Felfeli, que administra o condomínio há cinco anos e reside no prédio desde sua inauguração, destaca a importância dessas melhorias. “Vamos ter câmeras que mostram imagens no escuro, com infravermelho, e uma nova portaria com divisória”, afirma.

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Um marco na orla de Copacabana

O edifício, que ostenta apartamentos com valores que variam de R$ 4 milhões a R$ 35 milhões (para os triplex), atrai olhares não só por seu luxo, mas também pela presença de celebridades. Figuras como Narcisa Tamborindeguy, que mora no local desde criança, e o humorista Fábio Porchat, que recentemente se mudou para o prédio, contribuem para a fama do Chopin.

A corretora de imóveis Liliane Carneiro Costa vê no Chopin uma localização-referência para o mercado de alto luxo no Rio de Janeiro, comparando-o ao Copacabana Palace como ícones da cidade.

Moradores ilustres e o cotidiano do luxo

O Chopin já foi lar de personalidades como o presidente João Goulart, o deputado federal Mário Tamborindeguy e o empresário Adolpho Bloch. Atualmente, o prédio continua a atrair um público seleto, incluindo diplomatas, socialites e herdeiros.

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Recentemente, o edifício também foi palco de um caso policial envolvendo a socialite Regina Gonçalves e seu ex-motorista. Após o ocorrido, Gonçalves retomou seu apartamento e voltou a receber amigos, sendo acolhida por vizinhos que mantêm uma atmosfera de comunidade e troca, com direito a troca de receitas e comentários sobre moda.

A vida no Chopin também é marcada pela proximidade com eventos que acontecem na Praia de Copacabana, como os shows do festival Todo Mundo no Rio e as festas de réveillon. Embora esses eventos possam gerar transtornos, como dificuldades de acesso ao prédio, a tranquilidade retorna após sua conclusão.

O acesso ao edifício é restrito, com compradores interessados passando por uma análise rigorosa antes de serem autorizados a visitar os apartamentos. Essa medida visa garantir a privacidade e a segurança dos moradores, mantendo o padrão de exclusividade do Chopin.

Fonte: O Globo

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