MPRJ contesta tese de prisão por engano e pede que motoboy continue detido no Rio

MPRJ contesta tese de prisão por engano e pede que motoboy continue detido no Rio

MPRJ discorda da defesa e pede manutenção da prisão de motoboy acusado de tentativa de assalto O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contestou a alegação da defesa de que o motoboy Guilherme Fernando da Conceição Gomes, 33 anos, foi preso por engano. Gomes foi acusado de participar de uma tentativa de assalto na […]

Resumo

MPRJ discorda da defesa e pede manutenção da prisão de motoboy acusado de tentativa de assalto

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contestou a alegação da defesa de que o motoboy Guilherme Fernando da Conceição Gomes, 33 anos, foi preso por engano. Gomes foi acusado de participar de uma tentativa de assalto na Tijuca, Zona Norte do Rio, no último domingo (3).

A defesa apresentou imagens de câmeras de segurança e mensagens para comprovar que Guilherme estava em um ponto de ônibus, a caminho de uma unidade de saúde, no momento do crime. No entanto, o promotor responsável pelo caso argumentou que as provas não são suficientes para demonstrar sua inocência.

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Em seu parecer, o promotor afirmou que “a mera juntada das imagens com menção ao horário específico, por si só, não constitui prova cabal de que o denunciado estava efetivamente se dirigindo ao ponto de ônibus, e não praticando o crime de roubo”. Guilherme permanece detido enquanto o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro avalia o pedido de revogação da prisão.

Entenda o caso: tentativa de assalto e prisão no hospital

Segundo o registro de ocorrência, um policial militar e sua família, incluindo uma criança de 5 anos, foram vítimas de uma tentativa de assalto por dois indivíduos em uma motocicleta na Rua Pareto, altura do número 55, próximo à UPA da Tijuca, por volta das 11h45 de domingo. A vítima reagiu, houve troca de tiros, e um dos suspeitos morreu no local. O outro fugiu.

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A defesa de Guilherme alega que ele sofreu uma queda de moto mais cedo no mesmo dia e procurava atendimento médico. Por volta das 11h45, ele estaria em um ponto de ônibus no Rio Comprido, a caminho do Hospital Municipal Miguel Couto, acompanhado de sua companheira.

No hospital, um policial tirou uma foto de Guilherme, que foi enviada à vítima do assalto. Inicialmente, a vítima não o reconheceu, mas familiares que estavam no carro confirmaram se tratar de Guilherme. Ele foi preso ainda no hospital e levado à 19ª DP (Tijuca).

MPRJ aponta semelhança entre lesões e fatos do crime

O documento do MPRJ também destacou que “a lesão apresentada pelo denunciado e o fato de ele ter se acidentado no mesmo dia e horário guardam identidade absoluta com os fatos narrados pela vítima e pelas testemunhas presenciais do evento”. Essa semelhança é um dos pontos levantados pelo Ministério Público para justificar a manutenção da prisão preventiva.

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A defesa de Guilherme busca a revogação da prisão, enquanto o MPRJ pede que ele continue detido. A decisão final aguarda o julgamento pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Fonte: Extra

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