Filha de deputado preso no RJ deixa cargo no governo estadual 4 dias antes da operação da PF

Filha de deputado preso no RJ deixa cargo no governo estadual 4 dias antes da operação da PF

Filha de deputado preso no RJ deixa cargo no governo estadual 4 dias antes da operação da PF A vereadora de Campos dos Goytacazes, Thamires Rangel (PMB), de 19 anos, filha do deputado estadual Thiago Rangel (Avante), anunciou sua saída do cargo de subsecretária no governo do Rio quatro dias antes da prisão do pai. […]

Resumo

Filha de deputado preso no RJ deixa cargo no governo estadual 4 dias antes da operação da PF

A vereadora de Campos dos Goytacazes, Thamires Rangel (PMB), de 19 anos, filha do deputado estadual Thiago Rangel (Avante), anunciou sua saída do cargo de subsecretária no governo do Rio quatro dias antes da prisão do pai. Ela ocupava a função de subsecretária adjunta de Conscientização Ambiental na Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade.

A exoneração foi oficializada na segunda-feira (4), um dia antes da operação da Polícia Federal que resultou na prisão de Thiago Rangel. Thamires agradeceu em suas redes sociais ao ex-governador Cláudio Castro e ao ex-secretário da pasta, Bernardo Chimrossi, pela experiência e pelas ações realizadas, afirmando seu retorno à Câmara de Campos dos Goytacazes.

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O nome de Thamires Rangel aparece em documentos da investigação da Polícia Federal. Segundo a apuração, o ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar, também preso, teria se articulado com Thiago Rangel para direcionar recursos ao financiamento da campanha de Thamires e de outros candidatos aliados.

Deputado preso pela PF em operação contra esquema em escolas

O deputado Thiago Rangel foi preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal. A operação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em cidades do interior do estado, como Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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Investigação aponta esquema de direcionamento em contratações estaduais

De acordo com a PF, as investigações revelaram um possível esquema de direcionamento de contratações em escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas ao grupo investigado. Os suspeitos podem responder por crimes como organização criminosa, peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Entre os alvos da operação, além de Thiago Rangel, estavam Luiz Fernando Passos de Souza, Rui Carvalho Bulhões Júnior, Marcos Aurélio Brandão Alves, Jucía Gomes de Souza Figueiredo, Fábio Pourbaix Azevedo e Vinícius de Almeida Rodrigues. A investigação ainda pode revelar outros delitos.

Fonte: Reprodução/Redes sociais

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