Defesa de Jairinho obtém liminar para depor após Monique Medeiros no caso Henry Borel

Defesa de Jairinho obtém liminar para depor após Monique Medeiros no caso Henry Borel

Habeas Corpus altera ordem de depoimentos no caso Henry Borel A defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, obteve nesta quarta-feira (27) uma decisão liminar em habeas corpus que muda a ordem dos interrogatórios no julgamento do caso Henry Borel. Com a medida, Jairinho só será ouvido após o depoimento de Monique […]

Resumo

Habeas Corpus altera ordem de depoimentos no caso Henry Borel

A defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, obteve nesta quarta-feira (27) uma decisão liminar em habeas corpus que muda a ordem dos interrogatórios no julgamento do caso Henry Borel. Com a medida, Jairinho só será ouvido após o depoimento de Monique Medeiros, sua ex-companheira e também ré no processo.

O pedido, apresentado pelos advogados Rodrigo Faucz e Alanis Matzembacher, foi inicialmente negado pela juíza Elizabeth Machado Louro, responsável pelo II Tribunal do Júri da Capital. No entanto, a liminar concedida posteriormente alterou a ordem inicialmente estabelecida para os depoimentos.

A estratégia da defesa visa garantir o direito à ampla defesa e ao contraditório. Segundo os advogados, é fundamental que Jairinho tenha conhecimento prévio de todas as alegações apresentadas em plenário antes de prestar seu depoimento aos jurados, especialmente considerando que Monique Medeiros passou a acusá-lo durante o decorrer do processo.

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Argumentos da Defesa

O advogado Rodrigo Faucz destacou a importância da alteração: “Quando iniciou o julgamento fizemos alguns pedidos e um deles era justamente sobre o Jairinho falar depois da Monique, tendo em vista que ela, a partir de um determinado momento do processo passou a acusar o Jairinho”. Ele reforçou que a ordem dos depoimentos é crucial para a garantia de um julgamento justo.

“Não é possível que aquele que está sendo acusado tenha de se manifestar antes da acusação. Isso é básico em qualquer Estado de Direito. Para se defender adequadamente, é necessário conhecer o conteúdo exato da acusação”, afirmou Faucz, que expressou confiança no Judiciário carioca.

Fonte: G1

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