Corregedoria da PM e MP investigam esquema de propina para liberação de serviço na UPP Manguinhos

Corregedoria da PM e MP investigam esquema de propina para liberação de serviço na UPP Manguinhos

Investigação aponta para fraude em escalas de policiais na UPP Manguinhos A Corregedoria da Polícia Militar e o Ministério Público estão investigando um esquema de pagamento de propina na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Manguinhos, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A suspeita é que policiais pagassem valores entre R$ 2.220 e R$ […]

Resumo

Investigação aponta para fraude em escalas de policiais na UPP Manguinhos

A Corregedoria da Polícia Militar e o Ministério Público estão investigando um esquema de pagamento de propina na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Manguinhos, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A suspeita é que policiais pagassem valores entre R$ 2.220 e R$ 4.500 para serem liberados de suas escalas de serviço.

A operação deflagrada nesta quarta-feira (6) cumpriu 20 mandados de busca e apreensão contra policiais militares. A ação é resultado de um inquérito que começou após uma inspeção na UPP em dezembro de 2024. Durante essa inspeção, foram encontrados um revólver com numeração raspada e anotações financeiras que indicavam o esquema.

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Além dos mandados de busca e apreensão e da quebra de sigilo de dados de celulares, a Justiça também autorizou a quebra do sigilo telefônico de quatro policiais. Estes agentes apresentaram ausências injustificadas de 35 a 45 dias nas escalas, e a investigação busca confrontar esses registros com a localização física real dos investigados.

Desdobramentos da Operação e Prisões Anteriores

Durante a inspeção que deu início à investigação, uma mochila com R$ 24.050,00 foi apreendida. Na ocasião, os capitães Ismael Gomes Santos e Leonardo Freitas Massari Augusto foram presos em flagrante por porte ilegal de arma, respondendo atualmente na Auditoria da Justiça Militar.

Posicionamento da Polícia Militar

A Assessoria de Imprensa da PM informou que a operação foi baseada em um trabalho apuratório da Corregedoria Geral da Corporação. A PM confirmou que as irregularidades foram identificadas em dezembro de 2024 e que as informações subsidiaram a expedição dos mandados de busca. A Corporação declarou que está colaborando integralmente com os procedimentos em curso.

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Fonte: G1

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