Dado Dolabella mira vaga na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro em 2026
O ator Dado Dolabella anunciou, nesta quarta-feira (4), sua filiação ao MDB e sua intenção de disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro nas eleições de outubro deste ano. A decisão foi comunicada por meio de suas redes sociais.
Em sua publicação, Dolabella expressou suas crenças em “família forte, justiça equilibrada, proteção dos animais e respeito à natureza”. Curiosamente, ele também manifestou apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, citando os mesmos pilares de suas convicções.
Um vídeo divulgado no momento da filiação ao MDB mostra o presidente estadual do partido, Washington Reis, elogiando o ator como “pai de família” e prevendo grande desempenho eleitoral. A postagem, no entanto, foi retirada do ar pouco tempo depois.
Histórico de acusações de agressão marca o ator
Dado Dolabella, vencedor da primeira edição do reality show “A Fazenda”, possui um histórico de acusações de agressão. Em 2008, foi acusado de empurrar a então namorada, Luana Piovani, em uma boate no Rio de Janeiro. Uma camareira que tentou intervir também teria sido agredida.
O ator foi condenado a dois anos e nove meses de prisão em regime aberto e ao pagamento de indenização. Ele sempre negou as acusações, alegando ter sido provocado pela ex-namorada. No ano seguinte, em 2009, enquanto casado com Viviane Sarahyba, Dolabella foi novamente acusado de agressões físicas e verbais, o que levou a Justiça a determinar seu afastamento da residência do casal.
Em 2018, a Justiça o condenou a um ano e 15 dias de prisão em regime aberto. Mais recentemente, em agosto de 2025, ele recebeu uma condenação de dois anos e quatro meses em regime aberto após sua prima e ex-namorada, Marina Dolabella, registrar um boletim de ocorrência relatando agressões físicas. Dolabella contestou e negou as novas acusações.
Luana Piovani reage à pré-candidatura de Dado Dolabella
Após o anúncio da pré-candidatura de Dado Dolabella, Luana Piovani comentou a situação em suas redes sociais. Ela classificou o evento como uma “piada pronta” e questionou a possibilidade de uma pessoa com processos criminais em andamento concorrer a cargos públicos.
“Uma pessoa que não paga pensão, um agressor, alguém que tem um processo criminal em andamento, um ex-presidiário… Todas essas coisas, né? Mas no Brasil tudo pode”, ironizou a atriz. A Constituição Federal, por meio da Lei da Ficha Limpa, impede a candidatura e a posse em cargos eletivos para condenados em processos criminais, caso a condenação seja confirmada.
Fonte: G1
