PF questiona legalidade e impede porte de armas para Guarda Municipal do Rio de Janeiro
A Guarda Municipal do Rio de Janeiro enfrenta um obstáculo significativo na sua operação armada. Apesar de um considerável investimento em armamentos e viaturas, a corporação pode não conseguir autorização para que seus agentes trabalhem armados a partir de março.
A Delegacia de Controle de Armas da Polícia Federal emitiu um parecer desfavorável à concessão de porte de armas para os 600 agentes da Força Municipal. A decisão se baseia em questionamentos sobre a estrutura legal que fundamentou a criação da unidade de elite.
A prefeitura carioca já desembolsou cerca de R$ 960 mil na aquisição de 1.500 pistolas Glock e munições, além de custos com aluguel de viaturas. O futuro da operação armada, no entanto, agora depende de uma revisão da decisão ou de ajustes na legislação.
Investimento Milionário em Risco
A aquisição de 1.500 pistolas Glock e munições, somando US$ 184,4 mil (R$ 960 mil), representa um investimento substancial que pode se tornar inútil caso a permissão de porte de armas não seja concedida.
Estrutura da Força Municipal sob Suspeita
O parecer da Polícia Federal aponta para uma possível irregularidade na estrutura legal que embasou a criação da Força Municipal. Essa avaliação é crucial para a definição sobre a autorização do porte de armas.
Próximos Passos Incertos para os Agentes
Com a negativa inicial da PF, o futuro da atuação armada dos 600 agentes da Guarda Municipal do Rio torna-se incerto. A prefeitura ainda busca uma solução para viabilizar o trabalho com armamento a partir de março.
Fonte: G1
