Flávio Bolsonaro aposta em '2018 turbinado' para tentar derrotar Eduardo Paes no Rio de Janeiro

Flávio Bolsonaro aposta em ‘2018 turbinado’ para tentar derrotar Eduardo Paes no Rio de Janeiro

Flávio Bolsonaro busca replicar estratégia de 2018 para eleição no RJ O senador Flávio Bolsonaro estaria articulando uma estratégia inspirada na eleição de 2018 para o pleito no Rio de Janeiro, visando derrotar o atual prefeito Eduardo Paes. A ideia central é impulsionar um candidato com apoio da família Bolsonaro, similar ao caso de Wilson […]

Resumo

Flávio Bolsonaro busca replicar estratégia de 2018 para eleição no RJ

O senador Flávio Bolsonaro estaria articulando uma estratégia inspirada na eleição de 2018 para o pleito no Rio de Janeiro, visando derrotar o atual prefeito Eduardo Paes. A ideia central é impulsionar um candidato com apoio da família Bolsonaro, similar ao caso de Wilson Witzel, mas desta vez com o uso da máquina pública estadual.

Nesse cenário, o deputado licenciado e secretário estadual de Cidades, Douglas Ruas (PL), é o nome defendido por Flávio Bolsonaro. A proposta é que Ruas assuma como governador-tampão quando Cláudio Castro se desincompatibilizar em abril. Com a cadeira do Executivo fluminense, Ruas concorreria contra Paes em outubro, o que, segundo a avaliação de Flávio, aumentaria sua popularidade e capital político.

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O senador acredita que Douglas Ruas, atualmente com menor projeção que Eduardo Paes, só conseguiria ter chances de vitória caso assuma o governo estadual antecipadamente. A estratégia visa criar um nome forte para disputar o governo, replicando o modelo que levou Wilson Witzel ao poder em 2018 com forte apoio da família.

Divergência com Cláudio Castro sobre o sucessor

Entretanto, a articulação de Flávio Bolsonaro enfrenta um obstáculo: a vontade pessoal do governador Cláudio Castro. Castro prefere indicar o secretário de Casa Civil de seu governo, Nicola Miccione, para assumir como governador-tampão. Embora Miccione não concorreria à reeleição e pudesse apoiar Ruas, ele seria quem deteria o poder da caneta.

A visão de Castro é que Miccione, ao concluir seu mandato como interino, poderia dar seguimento ao seu legado e “fechar um ciclo” no governo do estado. Essa divergência de planos pode impactar a estratégia de Flávio Bolsonaro e a futura composição para a disputa eleitoral no Rio de Janeiro.

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Fonte: G1

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