André Marinho critica “elite política corrupta” e propõe “exorcismo ético” para o Rio de Janeiro
O empresário e youtuber André Marinho, pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, participou de sabatina da BandNews TV e apresentou suas propostas para o estado, criticando duramente a gestão dos ex-governadores.
Marinho declarou que os antecessores “mergulharam o Rio de Janeiro no inferno” e prometeu um “exorcismo ético” e “dedetização” em uma eventual gestão.
Segundo o pré-candidato, o problema do estado não é a falta de recursos, mas sim o excesso de corrupção. “No Rio de Janeiro não falta dinheiro, sobra ladrão em todas as instâncias”, afirmou, indicando que os gargalos e obstáculos são causados por “bandidos armados e engravatados em coluio”.
Propostas para a recuperação do estado
André Marinho apresentou sua visão para a recuperação financeira e administrativa do Rio de Janeiro, destacando a necessidade de uma ruptura com o modelo político atual. Ele propõe um “exorcismo ético” e uma auditoria permanente para revisar contratos e identificar devedores.
Para sua possível gestão, Marinho adiantou dois nomes: Paulo Rabello de Castro, para “grande estrategista econômico”, e Rogério Greco, para “chefe do Superconselho de Segurança”, com o objetivo de trazer “gente de quilate” para o estado.
Plano “Sai fuzil, entra Brasil”
O pré-candidato detalhou seu plano de segurança pública, intitulado “Sai fuzil, entra Brasil”, que se baseia em cinco pilares inegociáveis. Entre eles, o fechamento das fronteiras do estado, um plano de retomada e reintegração territorial, o combate ao financiamento do crime organizado e a expansão da capacidade carcerária.
Marinho também enfatizou a importância de valorizar os policiais, criticando a desmoralização da tropa e o alto índice de suicídios. Ele prometeu uma “revolução tecnológica, tática e operacional” com articulações internacionais, incluindo parcerias com o Vale do Silício e agências do governo americano.
O pré-candidato se apresentou como o único com “independência necessária” e sem “rabo preso” ou “padrinho político”, contrastando-se com adversários que, segundo ele, representam a “continuidade desse modelo político que mergulhou o Rio de Janeiro no inferno”.
Fonte: G1
