Ex-chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro vira réu por rachadinha; esquema teria movimentado R$ 1,7 milhão no Rio

Ex-chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro vira réu por rachadinha; esquema teria movimentado R$ 1,7 milhão no Rio

Ex-chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro é réu em caso de rachadinha O Ministério Público do Rio de Janeiro aceitou a denúncia contra um ex-chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, tornando-o réu em um processo que investiga o esquema de rachadinha. A suspeita é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 1,7 milhão entre […]

Resumo

Ex-chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro é réu em caso de rachadinha

O Ministério Público do Rio de Janeiro aceitou a denúncia contra um ex-chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, tornando-o réu em um processo que investiga o esquema de rachadinha. A suspeita é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 1,7 milhão entre os anos de 2005 e 2021.

De acordo com a investigação, pessoas nomeadas como assessores no gabinete de Carlos Bolsonaro nesse período teriam sido indicadas pelo denunciado. Este, por sua vez, utilizava uma conta bancária específica para receber os valores que teriam sido desviados.

Apesar das suspeitas de que os assessores não estariam cumprindo suas jornadas de trabalho integralmente, sem a devida prestação de serviços, os promotores não encontraram indícios suficientes para sustentar a acusação contra o vereador Carlos Bolsonaro, que renunciou ao cargo no final de 2025 e é pré-candidato ao Senado.

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Carlos Bolsonaro é absolvido da acusação de rachadinha

A 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada da Capital entendeu que não havia indícios suficientes para acusar Carlos Bolsonaro pela prática criminosa. A decisão de arquivamento da denúncia contra o vereador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi baseada na ausência de provas concretas de sua participação direta no esquema de rachadinha.

Esquema de desvio de salários sob investigação

O foco da denúncia atual recai sobre o ex-chefe de gabinete, acusado de articular um esquema para desviar parte dos salários de assessores lotados no gabinete de Carlos Bolsonaro. A investigação aponta para a movimentação de R$ 1,7 milhão em valores que teriam sido desviados ao longo de mais de uma década.

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A nomeação dos assessores, segundo a denúncia, era facilitada pelo réu, que posteriormente recebia os valores desviados em uma conta bancária pessoal. A apuração buscou determinar a extensão do esquema e o envolvimento de outras pessoas.

Carlos Bolsonaro busca vaga no Senado

Enquanto a justiça apura os detalhes do esquema de rachadinha, Carlos Bolsonaro tem se posicionado como pré-candidato ao Senado por Santa Catarina. O vereador, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, enfrenta o desafio de consolidar seu nome para a disputa eleitoral, buscando apoio dentro do PL no estado.

Fonte: G1

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