STF mantém presidente do TJRJ, Ricardo Couto, no comando interino do Rio de Janeiro

STF mantém presidente do TJRJ, Ricardo Couto, no comando interino do Rio de Janeiro

STF mantém presidente do TJRJ no comando interino do Rio de Janeiro O governo do Rio de Janeiro continuará sob a gestão interina do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro. A decisão foi confirmada nesta sexta-feira (24) pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em […]

Resumo

STF mantém presidente do TJRJ no comando interino do Rio de Janeiro

O governo do Rio de Janeiro continuará sob a gestão interina do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro. A decisão foi confirmada nesta sexta-feira (24) pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio à indefinição sobre a sucessão no Executivo estadual.

A medida mantém o cenário de incerteza política no estado, que aguarda uma decisão final da Corte sobre como será escolhido o responsável pelo mandato-tampão. O presidente do TJRJ permanece no cargo até que o Supremo conclua a análise sobre as eleições para o mandato-tampão do Executivo estadual.

A decisão atende a um pedido do PSD estadual, que buscou a reafirmação de uma liminar já concedida por Zanin, garantindo que o comando do estado ficasse com o presidente do Tribunal de Justiça. Segundo Zanin, “neste momento, não há nada a ser provido”, pois o Plenário do STF já havia indicado que Ricardo Couto deveria seguir no cargo.

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Deputado estadual tentou assumir o governo

A movimentação ocorreu após o deputado estadual Douglas Ruas (PL), presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), solicitar ao STF o comando interino do governo estadual. Ruas argumentou que, como presidente da Alerj, estaria na linha sucessória prevista pela Constituição fluminense.

O pedido foi encaminhado ao ministro Luiz Fux, relator de outra ação sobre o impasse no Rio. No entanto, Zanin entendeu que a eleição de Douglas Ruas para a presidência da Alerj não altera, por ora, a decisão já tomada pelo STF, mantendo Ricardo Couto no Palácio Guanabara.

Impasse se arrasta desde a renúncia de Cláudio Castro

O impasse começou com a renúncia de Cláudio Castro (PL) em 23 de março, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgar o caso que o tornou inelegível. O TSE declarou a inelegibilidade de Castro por oito anos, devido a abuso de poder político e econômico, condutas vedadas e captação ilícita de recursos nas eleições de 2022.

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Com a saída de Castro e o vice-governador Thiago Pampolha já ter deixado o cargo, a linha sucessória recaiu sobre a presidência da Alerj. Contudo, Rodrigo Bacellar, então presidente da Alerj, também foi atingido pela decisão do TSE, abrindo caminho para Ricardo Couto de Castro, presidente do TJRJ, assumir interinamente o governo.

Definição do STF impacta o futuro do Rio

A escolha do modelo de escolha do governador-tampão do Rio de Janeiro — se por eleição direta ou indireta — ainda depende de julgamento final do STF. A análise foi suspensa em 9 de abril após pedido de vista do ministro Flávio Dino, que pretende aguardar a publicação do acórdão do TSE sobre o caso Cláudio Castro.

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Enquanto a definição não ocorre, o Rio permanece sob o comando interino de Ricardo Couto. A decisão final do STF terá impacto direto na administração estadual, afetando áreas sensíveis como segurança, saúde e educação, e moldará o cenário político às vésperas das eleições de outubro.

Fonte: g1.globo.com

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