Marroquina é presa na Ilha do Governador com passaporte francês falsificado, confessa compra por R$ 16 mil

Marroquina é presa na Ilha do Governador com passaporte francês falsificado, confessa compra por R$ 16 mil

Mulher detida com passaporte falso na Ilha do Governador Uma mulher de nacionalidade marroquina, identificada como Sara Ouali-Alami, foi presa em flagrante na noite de sexta-feira (10) em um hotel na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. A prisão ocorreu após denúncias sobre uma turista francesa em situação irregular no país. A marroquina apresentou dois […]

Resumo

Mulher detida com passaporte falso na Ilha do Governador

Uma mulher de nacionalidade marroquina, identificada como Sara Ouali-Alami, foi presa em flagrante na noite de sexta-feira (10) em um hotel na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. A prisão ocorreu após denúncias sobre uma turista francesa em situação irregular no país.

A marroquina apresentou dois passaportes, um de seu país de origem e outro francês, alegando dupla nacionalidade. No entanto, a polícia confirmou que o documento francês era falsificado, levando à sua prisão imediata.

Em depoimento à polícia, Sara Ouali-Alami confessou ter adquirido o passaporte falso em São Paulo por 3 mil euros, o equivalente a cerca de R$ 16 mil. Ela afirmou ter sido convencida por um estrangeiro de que o documento era legítimo e facilitaria sua imigração para a Europa.

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Confissão e planos de imigração

A presa relatou que pretendia utilizar o passaporte falso para se mudar para a França, mas que não chegou a viajar com o documento. Ela utilizou o passaporte falsificado apenas para se identificar no hotel onde estava hospedada.

As investigações agora se concentram em identificar os indivíduos e redes criminosas responsáveis pela venda e falsificação de documentos. A polícia suspeita que o caso esteja ligado a esquemas de migração ilegal.

Alerta sobre redes de migração ilegal

O delegado Felipe Santoro, da 37ª DP (Ilha), responsável pela prisão, destacou que o uso de documentos falsos é frequentemente associado a esquemas internacionais de migração ilegal e até mesmo tráfico humano. Essas redes criminosas exploram a vulnerabilidade de estrangeiros para obter lucros.

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“A prisão acende um alerta para a atuação dessas organizações no Brasil como local de passagem para migração ilegal”, afirmou Santoro. A polícia busca agora desarticular essas redes que operam no país.

Fonte: G1

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