Motorista embriagada e sem CNH dirigia em zigue-zague e matou guarda municipal no Rio, diz testemunha

Motorista embriagada e sem CNH dirigia em zigue-zague e matou guarda municipal no Rio, diz testemunha

Motorista que matou guarda municipal em Senador Camará dirigia em alta velocidade e zigue-zague Testemunhas relataram à polícia que Marina Calmon Lopes, de 25 anos, motorista que atropelou e matou a guarda municipal Kelly Cristina Duffles Ribeiro, de 44 anos, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, trafegava em alta velocidade e […]

Resumo

Motorista que matou guarda municipal em Senador Camará dirigia em alta velocidade e zigue-zague

Testemunhas relataram à polícia que Marina Calmon Lopes, de 25 anos, motorista que atropelou e matou a guarda municipal Kelly Cristina Duffles Ribeiro, de 44 anos, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, trafegava em alta velocidade e de forma descoordenada. Segundo os depoimentos, a condutora apresentava sinais de embriaguez e dirigia em zigue-zague.

O veículo conduzido por Marina só parou após colidir com o muro de um posto de combustíveis. Os pneus emitiam ruídos característicos de derrapagem, indicando a condução perigosa. A jovem foi autuada em flagrante por homicídio culposo por atropelamento.

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Durante a audiência de custódia, o juiz Otávio Hueb Festa converteu a prisão em flagrante de Marina para preventiva, negando o pedido de prisão domiciliar. O magistrado considerou que a conduta da motorista demonstrou “acentuado desprezo pela vida humana”.

Condutora não possuía habilitação e pegou carro sem permissão

Além de dirigir sob efeito de álcool e em alta velocidade, Marina Calmon Lopes não possuía carteira de habilitação. Ela também alegou inicialmente que não estava dirigindo, mas depois confessou que pegou o carro da mãe, proprietária do veículo, sem autorização.

Sepultamento marcado por revolta e pedidos de justiça

O enterro da guarda municipal Kelly Cristina Duffles Ribeiro, vítima do atropelamento, ocorreu na tarde de terça-feira (7), no Cemitério de Campo Grande, na Zona Oeste. Familiares e amigos expressaram revolta e pediram justiça pela morte da profissional.

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Kelly Cristina era descrita como uma mulher alegre e trabalhadora, responsável por cuidar da mãe e das filhas gêmeas. Sua morte chocou a comunidade e gerou comoção pela falta de responsabilidade no trânsito.

Fonte: Jornal O DIA

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