Forças de Segurança de MG e RJ Desmantelam Comando de Facção Nacional em Operação "Última Ordem"

Forças de Segurança de MG e RJ Desmantelam Comando de Facção Nacional em Operação “Última Ordem”

Operação “Última Ordem” Neutraliza Lideranças Criminosas Uma operação integrada entre a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e a Polícia Militar (PMMG) resultou na desarticulação da cúpula de uma importante facção criminosa nacional. A ação, denominada “Última Ordem”, visou interromper a cadeia de comando do […]

Resumo

Operação “Última Ordem” Neutraliza Lideranças Criminosas

Uma operação integrada entre a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e a Polícia Militar (PMMG) resultou na desarticulação da cúpula de uma importante facção criminosa nacional. A ação, denominada “Última Ordem”, visou interromper a cadeia de comando do grupo, que possuía atuação em diversos estados brasileiros.

As diligências foram realizadas simultaneamente em Belo Horizonte, Nanuque, Teófilo Otoni, em Minas Gerais, e na capital fluminense, Rio de Janeiro. O foco principal foi a neutralização de lideranças que gerenciavam as atividades ilícitas de dentro de presídios, controlando desde o tráfico de drogas até determinações de homicídios.

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Ao final das ações, foram cumpridos 50 mandados de busca e realizadas 31 prisões. A operação demonstrou a capacidade de coordenação entre as forças de segurança dos dois estados para combater o crime organizado.

Comando Prisional e Divisão de Tarefas da Facção

As investigações revelaram que a liderança da organização criminosa, mesmo estando detida no Rio de Janeiro, mantinha o controle total das operações. Através de ordens diretas, o preso determinava o fornecimento de entorpecentes e a execução de rivais. A estrutura do grupo era setorizada, com núcleos específicos para finanças, logística e um braço armado.

Braço Armado e Captação de Novos Membros

O agrupamento armado era responsável pela execução de atos de violência e pela captação de novos integrantes para a facção. A polícia descobriu que essa captação incluía a participação de mulheres e até mesmo de menores de idade, evidenciando a expansão e a diversificação das atividades ilícitas.

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Mobilização e Itens Apreendidos na Operação

A ofensiva contou com mais de cem agentes, 40 viaturas e o apoio de unidades especializadas como a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e o canil da PMMG. Durante as buscas, foram realizadas três prisões em flagrante por tráfico de drogas e posse de moedas falsas. Centenas de porções de cocaína, crack e maconha, além de celulares e documentos contábeis que detalhavam a movimentação financeira do tráfico, foram apreendidos.

Fonte: G1

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