Criança de 11 anos é forçada a comer fezes de cachorro em condomínio no Rio de Janeiro; caso é investigado

Criança de 11 anos é forçada a comer fezes de cachorro em condomínio no Rio de Janeiro; caso é investigado

Bullying chocante em São Gonçalo: menina de 11 anos é vítima de tortura A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um caso de bullying extremo ocorrido em um condomínio no bairro Galo Branco, em São Gonçalo. Uma menina de 11 anos teria sido levada à força por um grupo de adolescentes a uma área […]

Resumo

Bullying chocante em São Gonçalo: menina de 11 anos é vítima de tortura

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um caso de bullying extremo ocorrido em um condomínio no bairro Galo Branco, em São Gonçalo. Uma menina de 11 anos teria sido levada à força por um grupo de adolescentes a uma área de mata e obrigada a ingerir fezes de cachorro.

A ação, que teria sido filmada e compartilhada entre colegas, chocou a família da vítima. Segundo a avó da menina, o episódio foi marcado por ameaças e violência, com a criança sendo coagida a escolher entre apanhar ou cometer o ato degradante.

A menina, abalada e com a roupa suja, ligou em desespero para a avó pedindo socorro. A avó relatou que a neta precisou de insistência para revelar o ocorrido, demonstrando o forte impacto psicológico do trauma. A suspeita é de que o ataque tenha sido premeditado, com relatos de que a vítima era considerada “bobinha” pelo grupo.

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Agressão premeditada e intimidação

Conforme o relato da avó, os adolescentes teriam levado um saco com fezes de cachorro até o local. Ao chegarem, apresentaram à vítima a cruel alternativa: apanhar com pedras ou comer as fezes. A menina foi forçada a ingerir o material, tendo o rosto sujo no processo. A avó também mencionou episódios anteriores de agressão e intimidação contra a neta, agravados por um momento emocional delicado após a morte do pai da criança.

Reações e investigação policial

A família da vítima procurou os responsáveis pelas crianças envolvidas. De acordo com a avó, a reação das mães variou, com uma questionando a denúncia inicialmente e outra, que teria participado da gravação, adotando uma postura mais firme. A polícia segue com as investigações para apurar todos os detalhes do crime e identificar os responsáveis.

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Fonte: G1

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