Vítima de tentativa de feminicídio em São Gonçalo tem alta e celebra 'milagre' após mais de 30 facadas

Vítima de tentativa de feminicídio em São Gonçalo tem alta e celebra ‘milagre’ após mais de 30 facadas

Alta emocionante para vítima de tentativa de feminicídio em São Gonçalo Loruany Siqueira, amiga da família, compartilhou a angústia vivida durante o período de internação. “Foi muito sofrido pra família, foi muito angustiante pra gente saber que ela estava correndo risco, mas Deus é tão maravilhoso que hoje deixou ela livre disso tudo”, relatou. Ela […]

Resumo

Alta emocionante para vítima de tentativa de feminicídio em São Gonçalo

Loruany Siqueira, amiga da família, compartilhou a angústia vivida durante o período de internação. “Foi muito sofrido pra família, foi muito angustiante pra gente saber que ela estava correndo risco, mas Deus é tão maravilhoso que hoje deixou ela livre disso tudo”, relatou. Ela também se juntou ao coro pedindo justiça e torcendo pela completa recuperação de Alana.

O crime e o contexto da violência contra a mulher

Alana Anisio Rosa foi atacada com mais de 30 facadas após ter a casa invadida por Luiz Felipe Sampaio, seu agressor, que foi preso em flagrante. O crime ocorreu porque ele não aceitou a rejeição da vítima para iniciar um relacionamento, após se conhecerem em uma academia.

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O caso de Alana se insere em um cenário alarmante de violência contra a mulher no Brasil. Em 2025, o país registrou um recorde de 1.470 feminicídios, o que equivale a quatro mulheres assassinadas por dia, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que a Justiça brasileira julgou, em média, 42 casos de feminicídio por dia no ano passado, um aumento de 17% em relação a 2024.

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, comentou sobre a violência contra a mulher em entrevista recente, destacando a necessidade de não normalizar esses crimes e alertando para os discursos de ódio nas redes sociais. “Se eu, como primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras e cuidados [fui assediada], imagina uma mulher no ponto de ônibus às 22h? A gente não tem segurança em lugar nenhum”, afirmou.

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Fonte: g1

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