Secretário de Segurança do RJ rebate PF e defende plano estadual de segurança com metas até 2031

Secretário de Segurança do RJ rebate PF e defende plano estadual de segurança com metas até 2031

Rio de Janeiro: Plano Estadual de Segurança é defendido contra críticas da Polícia Federal O Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, reagiu às críticas do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre a política de segurança no estado. Santos argumentou que as declarações de Rodrigues ignoram a existência de […]

Resumo

Rio de Janeiro: Plano Estadual de Segurança é defendido contra críticas da Polícia Federal

O Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, reagiu às críticas do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre a política de segurança no estado. Santos argumentou que as declarações de Rodrigues ignoram a existência de um planejamento estruturado e em execução, o Plano Estadual de Segurança Pública (PESP), com metas definidas até 2031.

A polêmica surge após Rodrigues afirmar que a repetição de mortes e ocupações em áreas do Rio evidencia um problema estrutural na segurança pública, com prioridade em resultados de curto prazo, sem desarticular as bases financeiras e de comando do crime organizado. Ele destacou a necessidade de uma presença federal mais intensa e ações coordenadas.

Leia também:  Carnaval 2026 no Rio: 500 Câmeras e Drones Garantem Segurança e Logística em Meio ao Calor Intenso

Em resposta, Victor dos Santos ressaltou que o PESP prevê revisões periódicas e a integração com forças federais por meio de estruturas como a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e o Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIFRA). O secretário atribuiu as críticas ao desconhecimento da política pública já implementada.

Integração e cooperação em foco

Nos bastidores do governo fluminense, há a avaliação de que o posicionamento da PF desconsidera iniciativas em andamento e transfere indevidamente a responsabilidade para o estado. A entrada de fuzis no Rio, apontada como um fator de fortalecimento do crime organizado, é vista pelo governo estadual como um problema histórico que exige controle de fronteiras e atuação federal contínua.

Leia também:  Força Municipal de Segurança do Rio entra em ação no início de março com 600 agentes armados

Combate ao armamento pesado é prioridade

Victor dos Santos enfatizou que o combate à circulação de armamento pesado é uma prioridade da política estadual. Ele afirmou que a Secretaria de Segurança está aberta a apresentar seus projetos e estratégias às autoridades federais, defendendo a cooperação institucional. Contudo, críticas públicas sem alinhamento prévio podem fragilizar a coordenação entre os entes responsáveis pelo enfrentamento ao crime organizado.

Fonte: G1

Tags:

Notícias todos os dias!

De domingo a domingo, as notícias que você não pode deixar de perder em seu e-mail.

Veja também:

Chegamos ao fim!