Debate sobre preços nas praias do Rio de Janeiro se intensifica
A polêmica sobre os valores cobrados em produtos e serviços nas praias do Rio de Janeiro ganhou força após uma reportagem expor cobranças exorbitantes. Banhistas relatam indignação com os preços, que chegam a R$ 850 por alguns itens.
Em resposta à insatisfação popular e à repercussão do caso, o prefeito Eduardo Paes determinou que as secretarias de Ordem Pública e de Defesa do Consumidor analisem a possibilidade de estabelecer um tabelamento de preços. O objetivo é coibir os abusos e garantir um valor mais justo para os consumidores.
A medida, no entanto, já encontra resistência. A Orla Rio, empresa responsável pela gestão dos quiosques na orla carioca, declarou que a ideia de tabelar os preços “não existe” e não deve ser implementada.
Preços exorbitantes causam revolta entre frequentadores
A discussão sobre os altos preços praticados nas praias do Rio de Janeiro se intensificou após um levantamento revelar valores que surpreenderam os frequentadores. Cobranças que incluem desde itens básicos a serviços específicos foram apontadas como abusivas.
Prefeitura do Rio estuda medidas para conter abusos
Diante da crescente onda de reclamações, a Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio do prefeito Eduardo Paes, iniciou um estudo para avaliar a viabilidade de implementar um tabelamento de preços nos quiosques e estabelecimentos localizados na orla. A iniciativa visa proteger o consumidor de valores considerados excessivos.
Concessionária de quiosques se posiciona contra tabelamento
A Orla Rio, concessionária que administra os quiosques da orla carioca, manifestou sua posição contrária à proposta de tabelamento. Segundo a empresa, a possibilidade de impor preços fixos “não existe” e questiona a viabilidade da medida, gerando um impasse na busca por soluções.
Fonte: EXTRA
