PM prende 'Angolano', membro de quadrilha que fraudou FGTS e Auxílio Emergencial em R$ 45 milhões

PM prende ‘Angolano’, membro de quadrilha que fraudou FGTS e Auxílio Emergencial em R$ 45 milhões

Prisão de ‘Angolano’ desarticula esquema criminoso Um golpe milionário contra a Caixa Econômica Federal (CEF) foi parcialmente desarticulado com a prisão de Romário da Conceição de Almeida, conhecido como ‘Angolano’. Ele é apontado como integrante de uma quadrilha especializada em fraudar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o Auxílio Emergencial, causando […]

Resumo

Prisão de ‘Angolano’ desarticula esquema criminoso

Um golpe milionário contra a Caixa Econômica Federal (CEF) foi parcialmente desarticulado com a prisão de Romário da Conceição de Almeida, conhecido como ‘Angolano’. Ele é apontado como integrante de uma quadrilha especializada em fraudar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o Auxílio Emergencial, causando um prejuízo estimado em R$ 45 milhões aos cofres públicos.

Segundo investigações da Polícia Federal, o grupo criminoso obtinha, de forma ilegal, dados sigilosos de beneficiários e correntistas da Caixa. Com essas informações e documentos falsificados, os criminosos conseguiam acessar contas, realizar saques e efetuar pagamentos de boletos digitais, desviando recursos destinados a trabalhadores e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

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A prisão de ‘Angolano’ ocorreu na manhã desta quinta-feira (12), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, após uma operação conjunta com base em informações do Disque Denúncia. Ele foi localizado na Avenida Torres Homem, no bairro Tomazinho, e encaminhado à 64ª Delegacia de Polícia.

Condenação e regime fechado

Contra Romário da Conceição de Almeida, foi cumprido um mandado de prisão definitiva. Ele foi condenado a 8 anos de reclusão, em regime fechado, pelo crime de uso de documento falso. A condenação já transitou em julgado, o que significa que não cabem mais recursos.

Método de atuação da quadrilha

Para burlar os sistemas de segurança da Caixa, incluindo o aplicativo Caixa Tem, a quadrilha utilizava conexões de internet registradas em nome de terceiros. O grupo possuía uma estrutura organizada, com funções específicas designadas a cada membro para a execução das operações fraudulentas.

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A reportagem buscou contato com a Caixa Econômica Federal para comentar o caso, mas o espaço segue aberto para manifestação.

Fonte: G1

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