Mulher é detida pela sexta vez por participação em quadrilha de furtos de celulares no Rio
Uma mulher foi presa pela sexta vez nesta segunda-feira (11) na Lapa, Centro do Rio de Janeiro. Ela é acusada de integrar uma associação criminosa especializada em furtar celulares e outros pertences de turistas e frequentadores da vida noturna carioca.
A investigação da Polícia Civil aponta que o grupo é formado por mulheres transexuais e atua de forma dissimulada, aproximando-se das vítimas com pretextos como pedir cigarros ou iniciar conversas. Em alguns casos, os furtos teriam ocorrido durante programas sexuais.
A suspeita, cuja identidade não foi divulgada, é apontada por atuar nesse tipo de delito há mais de uma década. A primeira prisão ocorreu em novembro de 2014, e em uma das ocorrências anteriores, ela foi flagrada após furtar o celular de um turista uruguaio em Copacabana.
Operação Rastreio combate roubos de celulares no Rio
A prisão faz parte da Operação Rastreio, uma iniciativa da Polícia Civil do Rio de Janeiro com o objetivo de combater quadrilhas envolvidas em furtos, roubos e receptação de celulares. Desde o início da operação, mais de 13,3 mil aparelhos foram recuperados, com cerca de 6 mil devolvidos aos seus donos.
Modus Operandi da quadrilha
O grupo criminoso explorava a movimentação intensa em locais como a Lapa e Copacabana, aproveitando bares, festas e eventos noturnos. As abordagens eram feitas de maneira sutil, com as criminosas distraindo as vítimas enquanto realizavam os furtos.
Mais de 900 criminosos presos na Operação Rastreio
A Polícia Civil informou que, desde o início da Operação Rastreio, mais de 900 criminosos já foram presos. A ação visa coibir a ação de grupos especializados em subtrair bens de pessoas em locais de grande circulação, como turistas e moradores da cidade.
Fonte: O Globo
