Governo do RJ lança Política Estadual de Reocupação Territorial para áreas vulneráveis com foco em cinco eixos

Governo do RJ lança Política Estadual de Reocupação Territorial para áreas vulneráveis com foco em cinco eixos

Nova política busca revitalizar áreas e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos fluminenses. O governo do Rio de Janeiro instituiu a Política Estadual de Reocupação Territorial, uma iniciativa publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (31). A medida, idealizada no ano passado pelo Poder Executivo, atende a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) no […]

Resumo

Nova política busca revitalizar áreas e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos fluminenses.

O governo do Rio de Janeiro instituiu a Política Estadual de Reocupação Territorial, uma iniciativa publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (31). A medida, idealizada no ano passado pelo Poder Executivo, atende a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da ADPF das Favelas.

A nova política se estrutura em cinco eixos principais: Segurança e Justiça, Desenvolvimento Social, Urbanismo e Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Governança. O objetivo é promover uma abordagem integrada para a reocupação e o desenvolvimento de áreas consideradas vulneráveis no estado.

Para coordenar as ações, foram instituídos o Gabinete Integrado de Gestão Territorial (GIGT), responsável por orquestrar esforços em áreas vulneráveis, e o Gabinete de Gestão Integrada, que servirá como fórum para deliberações conjuntas entre os diferentes níveis de governo.

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Estrutura e Participação no GIGT

O GIGT contará com a participação de diversos órgãos essenciais, incluindo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, as polícias Civil, Militar e Penal, a Defesa Civil, o Governo do Estado, além das polícias Federal e Rodoviária Federal. O Ministério Público e a Prefeitura do Rio também integram este importante gabinete.

A colaboração entre órgãos estaduais, federais e municipais é vista como fundamental para o sucesso da política. A criação desses gabinetes integrados demonstra um esforço para centralizar e otimizar a gestão de territórios que necessitam de atenção especial e intervenções coordenadas.

A iniciativa busca não apenas resolver questões de segurança, mas também promover o desenvolvimento social e econômico, além de melhorias urbanas e de infraestrutura. A governança integrada promete ser o pilar para garantir a efetividade das ações planejadas.

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Fonte: G1

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