Ed Motta se envolve em confusão em restaurante do Rio
Uma noite de lazer em um restaurante no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro, terminou em tumulto e troca de agressões no último sábado (3). Imagens captadas por câmeras de segurança mostram o momento em que clientes e funcionários entram em conflito, com objetos sendo arremessados.
Segundo o relato oficial do restaurante Grado, a confusão teria sido iniciada após um grupo de clientes, que incluía o cantor Ed Motta, solicitar a isenção da taxa de rolha, cobrada quando o cliente leva sua própria bebida. A negativa da equipe teria esquentado o clima.
Funcionários afirmam que passaram a ser alvo de ofensas verbais e provocações, com comentários de teor discriminatório. A tensão evoluiu para agressões físicas, com uma cadeira sendo arremessada contra um funcionário e um dos envolvidos sendo atingido por um soco. O caso repercutiu nas redes sociais.
Discussão sobre taxa de rolha teria iniciado o conflito
A polêmica começou quando o grupo, onde estava Ed Motta, pediu para não pagar a taxa de rolha. De acordo com o estabelecimento, após a recusa em isentar a taxa, os clientes teriam iniciado provocações e ofensas verbais contra os funcionários.
Agressões físicas e objetos arremessados
O restaurante relatou que a situação escalou rapidamente, culminando em agressões físicas. Uma cadeira foi arremessada contra um funcionário e um dos clientes teria sido atingido por um soco, gerando caos generalizado no local.
Ed Motta nega agressões e acusa restaurante
Em contato com a coluna de Luciana Fróes, Ed Motta negou ter agredido ou sido agredido. O cantor afirmou que o restaurante tentou cobrar valores indevidos e que ele e seus acompanhantes foram expulsos do local de forma agressiva. Ele também desmentiu ter feito comentários discriminatórios.
Sem desdobramentos legais até o momento
Apesar da gravidade do ocorrido, não há informações detalhadas sobre eventuais medidas legais ou desdobramentos do caso. O episódio levanta discussões sobre comportamento em espaços públicos e a gestão de conflitos em estabelecimentos comerciais.
Fonte: Coluna de Luciana Fróes (O Globo)
