Ceasa de Irajá: Lojistas sofrem com mau cheiro e falta de limpeza após incêndio em boxes

Ceasa de Irajá: Lojistas sofrem com mau cheiro e falta de limpeza após incêndio em boxes

Lojistas do Ceasa de Irajá enfrentam condições insalubres após incêndio Seis dias após o incêndio que devastou 28 lojas no Ceasa de Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro, comerciantes que tentam retomar suas atividades lidam com um cenário preocupante. O forte mau cheiro proveniente de alimentos podres e o acúmulo de dejetos, que […]

Resumo

Lojistas do Ceasa de Irajá enfrentam condições insalubres após incêndio

Seis dias após o incêndio que devastou 28 lojas no Ceasa de Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro, comerciantes que tentam retomar suas atividades lidam com um cenário preocupante. O forte mau cheiro proveniente de alimentos podres e o acúmulo de dejetos, que se transformam em chorume, geram desconforto e indignação.

A situação insalubre foi constatada pela equipe de reportagem do jornal O DIA no local. Alimentos deteriorados, armazenados próximos a produtos em bom estado, intensificam o odor desagradável. Um pequeno foco de fumaça ainda era visível em um dos boxes atingidos, enquanto caminhões trabalhavam na remoção de estruturas metálicas caídas.

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Comerciantes relatam que a limpeza adequada dos boxes afetados pelos órgãos públicos tem sido negligenciada. Aqueles que possuíam mais de uma loja buscam operar em espaços não atingidos pelas chamas, mas muitos, sem essa opção, precisaram fechar seus negócios e demitir funcionários. A previsão de recuperação do local em seis meses preocupa, pois a reconstrução pode levar ainda mais tempo.

Bombeiros em alerta e investigação em andamento

Uma viatura do Corpo de Bombeiros permanece no pavilhão 43 do Ceasa monitorando possíveis focos de fumaça sob os escombros. O incêndio, ocorrido na madrugada do dia 3, teria começado em uma loja de alimentos e se alastrado rapidamente para estabelecimentos que vendiam materiais inflamáveis, como plásticos, papéis e bebidas.

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Dos 50 boxes da Ceasa, 28 foram danificados. Apesar da gravidade do incidente, o fluxo de entrada e saída de produtos não foi comprometido. O caso está sob investigação da 27ª DP (Vicente de Carvalho).

Administração do Ceasa e Vigilância Sanitária se pronunciam

A administração do Ceasa/RJ informou que o local permanece interditado pela Defesa Civil municipal devido à gravidade do incêndio, o que restringe as ações de limpeza e remoção de resíduos por questões de segurança estrutural. A administração esclareceu que o líquido observado no solo não é chorume, mas sim óleo proveniente de lojas e caminhões atingidos, e que sua remoção é feita diariamente com o auxílio de retroescavadeiras.

A brigada de incêndio da Ceasa/RJ atua 24 horas em rescaldo e monitoramento de focos ativos, explicando a presença de fumaça e odor. A segurança no entorno foi reforçada com a presença de policiais e vigilantes. O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio) declarou não ter recebido chamados via Central de Atendimento 1746 sobre as denúncias e que a fiscalização no Ceasa é baseada em chamados ou solicitações de licenciamento. A Comlurb não retornou o contato sobre operações de limpeza.

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Fonte: O DIA

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