Cláudio Castro sanciona lei que define eleição indireta para governador do Rio em caso de vacância

Cláudio Castro sanciona lei que define eleição indireta para governador do Rio em caso de vacância

Eleição indireta para governador do Rio é regulamentada por lei sancionada por Cláudio Castro O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), sancionou a Lei Complementar que regulamenta a eleição indireta para o mandato-tampão do governo estadual. A votação se torna necessária devido à futura renúncia de Castro para concorrer ao Senado e à […]

Resumo

Eleição indireta para governador do Rio é regulamentada por lei sancionada por Cláudio Castro

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), sancionou a Lei Complementar que regulamenta a eleição indireta para o mandato-tampão do governo estadual. A votação se torna necessária devido à futura renúncia de Castro para concorrer ao Senado e à saída anterior do vice-governador Thiago Pampolha. A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) será responsável por eleger o novo governador.

A lei, aprovada em fevereiro, determina que a eleição seja convocada pelo governador em exercício em até 48 horas após a desocupação do cargo. O pleito deverá ocorrer em, no máximo, 30 dias a partir da dupla vacância. Os 70 deputados da Alerj escolherão, por meio de voto aberto, uma chapa para comandar o estado até o final de 2026.

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A medida visa preencher o vácuo de poder no Palácio Guanabara e garantir a continuidade administrativa. A votação aberta busca reduzir a possibilidade de divergências internas nos partidos políticos durante o processo de escolha. A sanção da lei marca um passo importante na definição de quem sucederá Cláudio Castro no comando do Rio de Janeiro.

Prazo para desincompatibilização de candidatos é alvo de questionamentos

De acordo com a nova lei, os candidatos à eleição indireta terão que deixar seus cargos no Executivo em um prazo de até 24 horas após a renúncia do governador. Essa alteração, proposta pelo relator Rodrigo Amorim (União), diverge da proposta inicial do deputado Luiz Paulo (PSD), que previa um período de seis meses para a desincompatibilização, semelhante ao que ocorre em eleições diretas.

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O presidente estadual do PSD, deputado Pedro Paulo, já anunciou que a sigla entrará com uma representação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar o prazo estabelecido na lei. A decisão sobre a constitucionalidade do prazo poderá impactar a participação de potenciais candidatos.

Nomes cogitados para o governo do Rio

A nova regra beneficia diversos nomes que já foram especulados para assumir o governo do estado. Entre eles estão Nicola Miccione, secretário da Casa Civil e apoiado por Cláudio Castro; Douglas Ruas, secretário das Cidades e pré-candidato ao governo pelo PL; e André Ceciliano, da Secretaria de Assuntos Federativos, que é a aposta do Partido dos Trabalhadores (PT) para o cargo.

A definição dos prazos e das regras para a eleição indireta é crucial para o cenário político fluminense nos próximos anos. A expectativa é que a escolha da nova chapa ocorra de forma ágil para evitar instabilidade na gestão estadual.

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Fonte: G1

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