Greve de ônibus no Rio: rodoviários e empresas não chegam a acordo e paralisação segue; veja o que muda hoje

Greve de ônibus no Rio: rodoviários e empresas não chegam a acordo e paralisação segue; veja o que muda hoje

Greve de ônibus no Rio: rodoviários e empresas não entram em acordo e paralisação continua Cariocas enfrentam mais um dia de transtornos com a greve dos rodoviários no Rio de Janeiro. Sem acordo entre motoristas e empresas, a paralisação, iniciada na segunda-feira (12), prossegue nesta terça-feira (13) com uma assembleia programada para o início da […]

Resumo

Greve de ônibus no Rio: rodoviários e empresas não entram em acordo e paralisação continua

Cariocas enfrentam mais um dia de transtornos com a greve dos rodoviários no Rio de Janeiro. Sem acordo entre motoristas e empresas, a paralisação, iniciada na segunda-feira (12), prossegue nesta terça-feira (13) com uma assembleia programada para o início da tarde. A categoria reivindica melhores salários e condições de trabalho.

Para amenizar os impactos, o transporte sobre trilhos, como trens e metrô, garantiram a manutenção de operações reforçadas. A greve afetou linhas municipais e o sistema BRT, com poucos ônibus circulando e usuários enfrentando longas filas e superlotação.

A paralisação começou à meia-noite de segunda-feira, após decisão da categoria em assembleia. As principais reivindicações incluem um piso salarial de R$ 4 mil para motoristas de ônibus convencionais e R$ 5 mil para condutores de articulados, além de aumento no vale-alimentação e a adoção da jornada de trabalho 5×2. Conforme informação divulgada pelo g1.

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Descumprimento da frota mínima e vandalismo marcam primeiro dia de greve

Apesar da determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) para que pelo menos 50% da frota de cada linha circulasse, o sindicato das empresas, Rio Ônibus, informou que apenas 900 dos 1.800 ônibus previstos foram para as ruas. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 50 mil. O sindicato também relatou o vandalismo de 50 veículos.

As garagens de empresas como a Redentor, em Jacarepaguá, ficaram lotadas no início da manhã de segunda, com muitos rodoviários presentes.

Prefeitura busca minimizar impactos e reforça outros modais

O prefeito Eduardo Paes afirmou que a prefeitura mobilizou sua equipe desde a madrugada para minimizar os impactos da greve, atuando em terminais e garagens da Mobi-Rio. O objetivo era garantir 70% da frota do BRT em operação, percentual planejado para um dia de ponto facultativo. A mobilização de trens e metrô também visou absorver parte dos passageiros dos ônibus.

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“Nosso papel está aqui, fazendo todo o esforço, mobilizando toda a equipe, garantindo que a gente minimize isso e que o mais rápido possível, uma vez resolvida a questão dos sindicatos, que a gente possa voltar à normalidade na cidade”, declarou o prefeito em entrevista à TV Globo.

Passageiros relatam longas esperas e superlotação

Nas ruas, a normalidade esteve longe de ser vista. Pontos de ônibus ficaram lotados desde o início da manhã, com passageiros incertos sobre como chegar ao trabalho ou voltar para casa. No Terminal Gentileza, longas filas foram formadas, com esperas superiores a 50 minutos. Os poucos ônibus que chegavam saíam completamente lotados.

Telma da Costa, 61 anos, fiscal de supermercado, relatou seu atraso para o expediente por conta da dificuldade em encontrar transporte. O segurança Antônio Benedito, 65 anos, e o carregador Angelo Moreno, 45 anos, também expressaram suas dificuldades e a necessidade de buscar alternativas mais caras ou demoradas.

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Nas redes sociais, as reclamações começaram cedo, com usuários relatando longos períodos de espera por ônibus e BRTs. A expectativa da categoria é que a audiência de conciliação no TRT-1, marcada para esta terça-feira, possa trazer uma solução para o impasse.

A Mobi-Rio informou que o sistema BRT operou com 68% da frota planejada para o ponto facultativo na segunda-feira e que para esta terça-feira o planejamento operacional será de dia útil.

Fonte: g1

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