Padilha aponta Flávio Bolsonaro como “poderoso chefão” da saúde no Rio
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fez acusações graves contra o senador Flávio Bolsonaro, afirmando que ele atuava como o “poderoso chefão” dos hospitais federais no Rio de Janeiro durante o governo de Jair Bolsonaro.
Segundo Padilha, o senador teria exercido influência sobre indicações, contratos e direções das unidades de saúde. As declarações foram feitas durante um evento da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
O ministro também acusou Flávio Bolsonaro de ser responsável pelo fechamento de UTIs durante a pandemia de Covid-19. A assessoria do senador não comentou as alegações até o momento da publicação.
Alegações de influência em unidades federais
Alexandre Padilha detalhou que a atuação de Flávio Bolsonaro se estendia a diversas áreas de gestão das unidades federais de saúde no Rio de Janeiro. As interferências, segundo o ministro, iam desde a nomeação de pessoal até a celebração de contratos.
Fechamento de UTIs durante a pandemia é apontado
Um dos pontos mais críticos levantados por Padilha foi a acusação de que Flávio Bolsonaro teria sido o responsável pelo fechamento de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em um momento crucial da pandemia da Covid-19, o que poderia ter agravado a crise sanitária.
Fonte: G1
