Novo presidente da Cedae corta R$ 500 milhões em obras e serviços para evitar déficit financeiro

Novo presidente da Cedae corta R$ 500 milhões em obras e serviços para evitar déficit financeiro

Cedae implementa corte drástico de gastos para reequilíbrio financeiro O novo presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Rafael Rolim, determinou um corte de 25% no orçamento de contratos de obras e serviços, o que representa aproximadamente R$ 500 milhões. A medida visa evitar que a empresa enfrente dificuldades financeiras nos próximos anos, […]

Resumo

Cedae implementa corte drástico de gastos para reequilíbrio financeiro

O novo presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Rafael Rolim, determinou um corte de 25% no orçamento de contratos de obras e serviços, o que representa aproximadamente R$ 500 milhões. A medida visa evitar que a empresa enfrente dificuldades financeiras nos próximos anos, com projeção de altas despesas e queda nas receitas.

A decisão de apertar os cintos foi tomada após Rolim, que assumiu o cargo em 16 de abril, constatar um cenário financeiro preocupante. O objetivo é impedir que a Cedae feche as contas no vermelho até 2027. O procurador do estado ressaltou a necessidade de um “choque de gestão” para adequar o orçamento à realidade.

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Além dos cortes em obras e serviços, a companhia também prevê uma redução de cerca de R$ 5 milhões em gastos anuais com funcionários comissionados e terceirizados. Segundo Rolim, a medida é crucial para garantir a saúde financeira da estatal e evitar problemas de liquidez, onde as despesas superam a arrecadação.

Auditorias revelam contratos suspeitos e investimentos de risco

Uma auditoria em andamento, focada em contratos firmados nos 12 meses anteriores à atual gestão, já identificou cerca de R$ 1 bilhão em acordos feitos por dispensa ou inelegibilidade de licitação, além de pregões e atas de registro de preços realizados fora dos procedimentos padrão da companhia.

Investimentos em banco com liquidação decretada sob análise

Outra frente de investigação abrange as aplicações financeiras da Cedae, que somam R$ 2,2 bilhões. Deste montante, mais de R$ 200 milhões estão investidos no Banco Master, instituição cuja liquidação extrajudicial foi decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, devido a suspeitas de gestão fraudulenta. A análise desses investimentos busca mitigar riscos e otimizar o retorno financeiro da companhia.

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Fonte: O Globo

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