Desembargador do TRF-2 desaparecido há mais de três semanas mobiliza autoridades no Rio de Janeiro
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) está acompanhando de perto as investigações sobre o desaparecimento do desembargador Alcides Martins Ribeiro Filho, cujo paradeiro é desconhecido há mais de três semanas. O caso, revelado pelo colunista Lauro Jardim, mobiliza o alto escalão do tribunal e a Polícia Civil do Rio de Janeiro.
As apurações estão sob responsabilidade da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e correm em sigilo. Segundo investigadores, o desaparecimento só foi comunicado oficialmente à polícia em 27 de abril, quase duas semanas após o sumiço do magistrado. Novas diligências estão previstas para os próximos dias.
O desembargador foi visto pela última vez em 14 de abril. Na ocasião, ele sacou R$ 1 mil e embarcou em um táxi com destino à Vista Chinesa, tradicional mirante da cidade localizado na Floresta da Tijuca, no fim da tarde. Desde então, não há mais informações sobre seu paradeiro.
Investigação em andamento pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros
A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) é a responsável pelas investigações. Conforme informado pela especializada, a comunicação oficial do desaparecimento à polícia ocorreu somente em 27 de abril. A corporação informou que a investigação está em andamento e que novas diligências serão realizadas ao longo da semana.
Último paradeiro conhecido: Vista Chinesa
O desembargador Alcides Martins Ribeiro Filho foi visto pela última vez no dia 14 de abril. De acordo com as informações preliminares, ele realizou um saque de R$ 1 mil e, em seguida, embarcou em um táxi. O destino final registrado foi a Vista Chinesa, um conhecido ponto turístico do Rio de Janeiro.
Prazo de quase duas semanas para comunicação oficial
O fato de o desaparecimento ter sido comunicado à polícia quase duas semanas após o ocorrido levanta questionamentos. A comunicação oficial foi feita apenas em 27 de abril, enquanto o magistrado foi visto pela última vez em 14 de abril. O caso segue sob sigilo, dificultando a divulgação de mais detalhes sobre as apurações.
Fonte: g1.globo.com
