Governador em Exercício do Rio Revoga Decreto que Ampliava Poderes da Casa Civil; Medida Já Havia Sido Suspensa pela Justiça

Governador em Exercício do Rio Revoga Decreto que Ampliava Poderes da Casa Civil; Medida Já Havia Sido Suspensa pela Justiça

Revogação de Decreto na Casa Civil do Rio O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, tomou a decisão de revogar o decreto que expandia os poderes da Secretaria de Estado de Casa Civil. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial, desfaz a ampliação de competências que havia sido […]

Resumo

Revogação de Decreto na Casa Civil do Rio

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, tomou a decisão de revogar o decreto que expandia os poderes da Secretaria de Estado de Casa Civil. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial, desfaz a ampliação de competências que havia sido assinada por Claudio Castro.

O decreto, divulgado no mesmo dia em que o então governador deixou o Palácio Guanabara, conferia à Casa Civil poderes significativos nas áreas de pessoal, estrutura interna e orçamento. Na prática, a pasta ganhava a capacidade de alterar nomenclaturas, liberar verbas e nomear ou exonerar cargos comissionados.

Como justificativa para a revogação, o governador em exercício alegou a necessidade de adequar a distribuição de competências administrativas no âmbito do governo estadual. É importante notar que a decisão de Claudio Castro já havia sido anteriormente suspensa pela Justiça do Rio, indicando questionamentos sobre sua legalidade ou conveniência.

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Mudanças na Estrutura Governamental

Esta revogação representa mais uma alteração promovida por Ricardo Couto de Castro na gestão do governo e na própria Casa Civil. A pasta tem passado por significativas mudanças recentes, incluindo a saída de Nicola Miccione do cargo de secretário no final de março. Na semana seguinte, um número considerável de servidores da secretaria foi exonerado.

Contexto e Justificativas

A iniciativa de Ricardo Couto de Castro visa, segundo ele, a uma melhor organização administrativa, evitando a concentração excessiva de poder em uma única secretaria. A suspensão judicial prévia já apontava para a fragilidade do decreto original.

Em março deste ano, o governador em exercício também foi notícia por bloquear um repasse de R$ 730 milhões do Fundo Soberano, outra medida que alterou o cenário financeiro e administrativo do estado.

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Fonte: G1

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