RJ: STF decide nesta quarta (8) se haverá eleição para governador em junho com mesmos candidatos de outubro

RJ: STF decide nesta quarta (8) se haverá eleição para governador em junho com mesmos candidatos de outubro

A eleição suplementar para o governo do Rio de Janeiro pode acontecer em junho O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará na próxima quarta-feira (8) a possibilidade de uma eleição suplementar para o governo do Rio de Janeiro. Caso a corte decida pela realização do pleito, a Justiça Eleitoral definirá o calendário. A expectativa é que […]

Resumo

A eleição suplementar para o governo do Rio de Janeiro pode acontecer em junho

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará na próxima quarta-feira (8) a possibilidade de uma eleição suplementar para o governo do Rio de Janeiro. Caso a corte decida pela realização do pleito, a Justiça Eleitoral definirá o calendário. A expectativa é que a votação ocorra em 21 de junho, com um possível segundo turno caso nenhum candidato atinja mais de 50% dos votos.

A situação inusitada surge após a renúncia do governador Cláudio Castro em março e a impossível sucessão pelo vice, Thiago Pampolha, que já havia renunciado. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Guilherme Delaroli, também não pode assumir por ser interino. Atualmente, o estado é governado pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio.

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Se a eleição suplementar for confirmada, os mesmos candidatos que disputariam em outubro podem se apresentar em junho. Entre os nomes já sinalizados estão o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), o deputado estadual Douglas Ruas (PL), o ex-governador Wilson Witzel (DC) e o deputado federal afastado Glauber Braga (PSOL-RJ). A campanha eleitoral já está em andamento, mesmo sem a decisão final do STF.

Disputa judicial e política em jogo

A possibilidade de uma eleição fora de época foi desencadeada pela renúncia de Cláudio Castro. A ação no STF, movida pelo PSD, contesta uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou eleição indireta pelos deputados estaduais. O partido defende a eleição direta, baseando-se no Código Eleitoral, que prevê votação direta se o cargo ficar vago até seis meses antes do fim do mandato.

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Candidatos se preparam para as duas eleições

Eduardo Paes já se lançou como pré-candidato, defendendo a eleição direta para o mandato-tampão. Douglas Ruas também se apresentou como candidato, afirmando que estará pronto para disputar tanto o mandato suplementar quanto as eleições de outubro, caso o STF decida pela eleição direta. “Se essa for a decisão do STF, estarei pronto para disputar tanto o mandato-tampão quanto as eleições gerais de outubro”, declarou.

Outros nomes manifestam interesse

Glauber Braga também anunciou a intenção de concorrer nas duas eleições, buscando a reeleição como governador. Wilson Witzel também se colocou como pré-candidato pelo partido Democracia Cristã, defendendo a eleição direta. Anthony Garotinho avalia a possibilidade de ser candidato ao governo, dependendo de pesquisas de intenção de voto, e também defende a eleição direta.

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Fonte: G1

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