Rio de Janeiro celebra o fim da Capital Mundial do Livro com legados para a cultura e novas políticas de leitura

Rio de Janeiro celebra o fim da Capital Mundial do Livro com legados para a cultura e novas políticas de leitura

Rio de Janeiro encerra ciclo como Capital Mundial do Livro com foco em políticas públicas e legados culturais. A cidade do Rio de Janeiro celebrou o encerramento de seu ciclo como Capital Mundial do Livro, título concedido pela UNESCO, em uma cerimônia realizada no Museu do Amanhã. O evento marcou a consolidação de ações e […]

Resumo

Rio de Janeiro encerra ciclo como Capital Mundial do Livro com foco em políticas públicas e legados culturais.

A cidade do Rio de Janeiro celebrou o encerramento de seu ciclo como Capital Mundial do Livro, título concedido pela UNESCO, em uma cerimônia realizada no Museu do Amanhã. O evento marcou a consolidação de ações e a apresentação de legados que visam fortalecer a leitura e a cultura na cidade.

O prefeito Eduardo Paes destacou que o título foi utilizado como um motor para políticas públicas, com o fortalecimento da rede de bibliotecas, ampliação do apoio a projetos de incentivo à leitura e descentralização de ações. A meta é a institucionalização da leitura como política de longo prazo.

Leia também:  Cine Odeon completa 100 anos: personalidades relembram o 'templo cinematográfico' do Rio de Janeiro

Representantes da UNESCO, como Isabel de Paula, Coordenadora de Cultura, ressaltaram a importância de o Rio, como primeira Capital Mundial do Livro em língua portuguesa, ampliar o impacto do programa globalmente. A iniciativa busca fortalecer políticas de leitura, expandir o acesso a livros e impulsionar a economia criativa.

Legado e novas iniciativas para a cultura carioca

Como parte do legado, a sociedade civil apresentou um Plano Municipal de Leitura, com propostas para a expansão do acesso aos livros. Foi inaugurada também a Livraria Janela, a primeira instalada em um equipamento cultural do Rio, um marco para o setor.

O grande destaque do legado é a Biblioteca do Saber, projetada pelo arquiteto Pritzker Francis Kéré. O espaço, com mais de 40 metros quadrados, promete ser um dos principais marcos culturais do Rio nas próximas décadas, com a ambição de ir além do conceito tradicional de biblioteca, reconhecendo o conhecimento em suas diversas formas, incluindo a oralidade, a memória e as heranças culturais.

Leia também:  Sesc RJ oferece 30 vagas gratuitas para produtores culturais no Projeto Brota 2026

Ana Maria Gonçalves homenageada e programa Rio de Escritores

A escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra a integrar a Academia Brasileira de Letras, foi a homenageada principal do evento. Na ocasião, foi apresentado o relatório final das atividades do último ano, incluindo a participação de cinco autores do programa Rio de Escritores, que reconheceu 70 autores como parte da Política Nacional Aldir Blanc.

O secretário de Cultura, Lucas Padilha, enfatizou que o legado da Capital Mundial do Livro “não tem fim, continua onde houver um leitor”, reforçando o compromisso com a construção de uma cidade que valoriza o conhecimento como seu maior ativo.

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro

Tags:

Notícias todos os dias!

De domingo a domingo, as notícias que você não pode deixar de perder em seu e-mail.

Veja também:

Chegamos ao fim!