Mar revolto no litoral do Rio de Janeiro exige atenção redobrada
O estado do Rio de Janeiro enfrenta uma nova ressaca com ondas que podem atingir até 3 metros de altura. Diante das condições marítimas adversas, o Corpo de Bombeiros intensificou suas ações de resgate nas praias. Somente no sábado, entre 0h e 19h, foram registrados 320 salvamentos e 33 casos de crianças perdidas.
As praias mais afetadas foram Copacabana, com 137 resgates, e a Barra da Tijuca, com 82 atendimentos. A situação exige atenção, especialmente com a continuidade das buscas por um adolescente de 14 anos desaparecido no mar de Copacabana desde o dia 31 de dezembro.
As autoridades reforçam a importância de seguir as orientações de segurança para evitar acidentes durante o período de ressaca. Conforme informação divulgada pelo Corpo de Bombeiros.
Recomendações de segurança para a população
O Corpo de Bombeiros recomenda que a população evite áreas de risco como mirantes, costões e pedras. Pescadores devem suspender suas atividades até que as condições melhorem. Atletas e praticantes de esportes aquáticos também são aconselhados a permanecerem longe do mar.
O Centro de Operações Rio reforça a necessidade de evitar banho de mar e esportes aquáticos em áreas de ressaca. É fundamental seguir as orientações dos guarda-vidas e, em caso de acidentes, acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193, sem tentar resgates por conta própria.
Buscas por adolescente desaparecido continuam
As buscas pelo adolescente de 14 anos, que desapareceu no mar de Copacabana na tarde do dia 31 de dezembro, seguem intensas. O jovem foi arrastado por uma onda enquanto estava com a família próximo ao Posto 2 da praia. Mais de 60 horas de busca já foram realizadas sem sucesso.
Alerta anterior e trabalho dos guarda-vidas
Um alerta anterior da Marinha, com previsão de ondas de até 2,5 metros, já havia exigido um trabalho redobrado dos guarda-vidas no último Réveillon. Entre as primeiras horas do dia 1º de janeiro e as 19h do dia 2, foram realizados 1.219 resgates no trecho entre Leme e São Conrado, demonstrando a força do mar agitado.
Fonte: g1.globo.com
