Fim do dinheiro no ônibus: Linha 634 inicia teste neste domingo
A partir deste domingo, a linha 634 de ônibus, que opera entre a Ilha do Governador e a Tijuca, deixará de aceitar dinheiro em espécie como forma de pagamento de passagens. Esta iniciativa faz parte de um projeto piloto que visa a completa digitalização do sistema de transporte público municipal.
A mudança, que tem o objetivo de agilizar o embarque e trazer mais segurança para passageiros e cobradores, será implementada gradualmente. A experiência na linha 634 servirá como um teste para avaliar a aceitação e possíveis ajustes antes da expansão.
Se os resultados forem positivos, a novidade será estendida para todas as linhas de ônibus municipais do Rio de Janeiro a partir do dia 30. A expectativa é que, com o fim do dinheiro físico, o fluxo de passageiros se torne mais rápido e o controle financeiro, mais eficiente.
Como vai funcionar?
Os passageiros que utilizam a linha 634 deverão, a partir de domingo, utilizar métodos de pagamento eletrônico. Isso inclui cartões de transporte recarregáveis ou outras formas de pagamento digital que venham a ser implementadas. Detalhes sobre os métodos aceitos serão divulgados pelas empresas operadoras.
Por que acabar com o dinheiro?
A principal motivação para a retirada do dinheiro é a modernização do serviço e a redução de assaltos a ônibus, que frequentemente têm o dinheiro dos cobradores como alvo. Além disso, a tecnologia permite um controle mais preciso do fluxo de passageiros e das receitas, auxiliando no planejamento e na melhoria da qualidade do transporte.
O que fazer se não tiver cartão?
Para os usuários que ainda não possuem cartões de transporte ou não estão familiarizados com pagamentos digitais, é recomendado que se preparem para a mudança. A orientação é adquirir e manter o cartão de transporte sempre carregado, ou verificar as alternativas digitais disponíveis antes de embarcar.
A fase de testes na linha 634 é crucial para identificar possíveis dificuldades enfrentadas pelos passageiros e para que a prefeitura e as empresas de ônibus possam oferecer o suporte necessário antes que a medida se torne obrigatória em toda a cidade.
Fonte: G1
