MPRJ denuncia Adilsinho como mandante de mortes ligadas à máfia dos cigarros no Rio de Janeiro

MPRJ denuncia Adilsinho como mandante de mortes ligadas à máfia dos cigarros no Rio de Janeiro

MPRJ denuncia Adilsinho por mortes ligadas à máfia dos cigarros O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou neste domingo (21) uma denúncia contra Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Ele é acusado de ser o mandante de dois assassinatos ocorridos em 2022, supostamente motivados por disputas territoriais relacionadas à máfia dos cigarros. […]

Resumo

MPRJ denuncia Adilsinho por mortes ligadas à máfia dos cigarros

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou neste domingo (21) uma denúncia contra Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Ele é acusado de ser o mandante de dois assassinatos ocorridos em 2022, supostamente motivados por disputas territoriais relacionadas à máfia dos cigarros.

As vítimas foram Fabrício de Oliveira, morto em um posto de combustíveis em Campo Grande, e Fábio Leite, assassinado dois dias depois próximo ao Cemitério de Inhaúma, enquanto saía do enterro de Oliveira, seu sócio. A denúncia foi apresentada pela 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada.

Além de Adilsinho, outros quatro homens foram denunciados como executores dos crimes: José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos, Daniel Figueiredo Maia e Átila Deive Oliveira da Silva. As investigações apontam que os homicídios foram ordenados por Adilsinho, impulsionado por “abjeto sentimento de ganância”, relacionado às disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio irregular de cigarros.

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Quem é Adilsinho?

Adilsinho é conhecido por ser proprietário de uma distribuidora de cigarros e charutos. Investigações apontam que ele liderava um grupo que teria monopolizado a venda de cigarros em diversas regiões da Baixada Fluminense, obtendo um lucro estimado em mais de R$ 9 milhões entre setembro de 2019 e fevereiro de 2020.

Ele também é patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Em março deste ano, Adilsinho foi um dos alvos de uma operação da Polícia Federal contra uma quadrilha especializada no comércio ilegal de cigarros. Na ocasião, 12 pessoas foram presas, mas Adilsinho não foi localizado.

Outras Denúncias e Suspeitas

Em 2024, a Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva de Adilsinho. A suspeita é de que ele tenha ordenado a morte do miliciano Marco Antônio Figueredo Martins, conhecido como Marquinho Catiri, e de seu comparsa, Alexsandro José da Silva, o Sandrinho. Os crimes ocorreram em 2022 na comunidade da Guarda, Zona Norte do Rio.

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Segundo a Polícia Civil, o homicídio de Catiri e Sandrinho teria sido motivado por uma disputa na contravenção. Catiri, que controlava uma milícia em bairros como Del Castilho e Inhaúma, na Zona Norte, possuía ligações com Bernardo Bello, rival de Adilsinho.

Fonte: G1

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