MPF abre investigação sobre palco gospel no Réveillon do Rio; Paes defende diversidade

MPF abre investigação sobre palco gospel no Réveillon do Rio; Paes defende diversidade

MPF investiga palco gospel no Réveillon do Rio e prefeito Eduardo Paes defende diversidade O Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma investigação para apurar se houve intolerância religiosa na inclusão de um palco dedicado à música gospel na programação do Réveillon do Rio de Janeiro. Esta é a segunda vez que o gênero musical recebe […]

Resumo

MPF investiga palco gospel no Réveillon do Rio e prefeito Eduardo Paes defende diversidade

O Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma investigação para apurar se houve intolerância religiosa na inclusão de um palco dedicado à música gospel na programação do Réveillon do Rio de Janeiro. Esta é a segunda vez que o gênero musical recebe um espaço dedicado na festa da virada, que contará com 13 palcos espalhados pela cidade.

A decisão da prefeitura carioca gerou críticas de setores da sociedade que apontam a falta de espaço para outras manifestações religiosas na celebração. Em resposta às polêmicas, o prefeito Eduardo Paes (PSD) utilizou suas redes sociais para defender a diversidade da programação.

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Segundo Paes, a festa de Réveillon busca oferecer “uma mistura de ritmos tradicionais cariocas com blocos, gospel e música eletrônica”, ressaltando a intenção de manter a identidade cultural da cidade. A investigação do MPF visa garantir que a escolha dos artistas e espaços não configure discriminação religiosa, conforme antecipado pelo colunista Ancelmo Gois.

Apolêmica em torno da programação gospel

A manutenção do palco gospel na orla do Leme, na Zona Sul do Rio, para a virada de 2026, reacendeu o debate sobre a laicidade dos eventos públicos. Críticos argumentam que a prefeitura deveria garantir representatividade para diversas crenças, e não apenas para uma vertente religiosa específica.

Prefeito defende a diversidade e identidade cultural

Eduardo Paes enfatizou que a programação foi pensada para abranger diferentes públicos e gostos musicais, buscando refletir a pluralidade do Rio de Janeiro. A declaração em redes sociais buscou tranquilizar os que questionaram a escolha, reafirmando o compromisso com a diversidade cultural.

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Fonte: G1

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