Projeto Tatame de Ouro receberá R$ 401,8 mil do Ministério do Esporte para atuação no Rio de Janeiro
O Ministério do Esporte oficializou o repasse de R$ 401.800 para a execução do Projeto Tatame de Ouro, no Rio de Janeiro. A iniciativa, gerida pelo Instituto Reascender Vidas (Irevi), tem como objetivo principal utilizar as artes marciais como ferramenta de inclusão e desenvolvimento social, especialmente para crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade.
Formalizado por meio do Termo de Fomento n° 995209, publicado no Diário Oficial da União (DOU), o projeto terá sua execução entre junho de 2026 e dezembro de 2027. Este investimento faz parte de uma política mais ampla do governo federal para o fortalecimento do esporte amador e educacional.
A escolha do Irevi, uma organização da sociedade civil com sede no Rio de Janeiro, para operacionalizar o projeto segue as diretrizes do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), garantindo transparência e prestação de contas rigorosa dos recursos públicos.
Objetivos e Estrutura do Projeto Tatame de Ouro
O Projeto Tatame de Ouro prevê a criação de núcleos de treinamento de artes marciais em diversas localidades do estado fluminense. O foco é oferecer atividades esportivas sistemáticas que sirvam como um mecanismo de proteção social, afastando os jovens de situações de risco e promovendo valores como disciplina, respeito e cidadania.
O investimento total será liberado conforme um cronograma de desembolso aprovado, com a assinatura do termo contando com a participação de representantes do Ministério do Esporte e do Irevi. A vigência de dezoito meses do projeto é considerada crucial para garantir a continuidade pedagógica e a aferição eficaz dos resultados sociais esperados.
Impacto do Esporte Amador e Inclusão Social
A destinação de recursos para o esporte amador e educacional é uma prioridade da gestão ministerial, visando alcançar comunidades vulneráveis com acesso limitado a equipamentos esportivos. No Rio de Janeiro, um estado com desafios complexos de segurança e desigualdade social, projetos como o Tatame de Ouro são fundamentais para oferecer atividades saudáveis e construtivas para a juventude.
As artes marciais, por terem um baixo custo de manutenção por aluno, permitem que o valor de R$ 401,8 mil tenha um alcance significativo em termos de atendimento direto. A prática esportiva regular é associada à redução da evasão escolar e à melhora do rendimento acadêmico dos participantes, reforçando o papel transformador do esporte.
Fonte: Ministério do Esporte
