Mestre Slar: Polícia prende homem que aterrorizou jovem por quase 10 anos com perfis falsos e ameaças

Mestre Slar: Polícia prende homem que aterrorizou jovem por quase 10 anos com perfis falsos e ameaças

Homem é preso por perseguição virtual e chantagem que durou quase uma década A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Ademir da Costa Verrheryen, de 29 anos, conhecido como “Mestre Slar”, acusado de aterrorizar uma jovem por quase dez anos através de dezenas de perfis falsos em redes sociais. O suspeito foi detido em […]

Resumo

Homem é preso por perseguição virtual e chantagem que durou quase uma década

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu Ademir da Costa Verrheryen, de 29 anos, conhecido como “Mestre Slar”, acusado de aterrorizar uma jovem por quase dez anos através de dezenas de perfis falsos em redes sociais. O suspeito foi detido em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

As investigações revelam que a vítima conheceu Ademir ainda com 11 anos em um grupo de conversas online. Sob o pseudônimo “Angel”, ele iniciou um ciclo de ameaças, chantagens e coerção psicológica que se estendeu por anos, com o suspeito frequentemente mudando de identidade virtual para manter o controle e o medo.

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O modus operandi de Ademir envolvia a alegação de possuir imagens íntimas da vítima e o acesso indevido às suas redes sociais. Conforme apurado pela polícia, o objetivo principal não era financeiro, mas sim infligir terror psicológico. Foram encontrados registros de dezenas de e-mails, números de celular e contas em redes sociais vinculados ao acusado.

Táticas de intimidação e terror psicológico

Ademir utilizou diversas plataformas, incluindo WhatsApp, Facebook, YouTube e TikTok, além de serviços de armazenamento em nuvem e sites de conteúdo adulto para intimidar a jovem. Entre 2025 e 2026, quando a vítima tinha entre 19 e 20 anos, ele chegou a enviar transferências simbólicas de R$ 0,01 via Pix, acompanhadas de mensagens insistentes para restabelecer contato.

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Ele também compartilhou vídeos íntimos, documentos pessoais e endereços da vítima com conhecidos dela. A mãe da jovem relatou ter recebido vídeos onde o suspeito afirmava ter enviado pessoas para vigiar e invadir a residência onde moravam. Familiares, colegas de curso e até pessoas sem vínculo direto com a vítima foram alvos das ameaças.

Confissão e desdobramentos da investigação

Em interrogatório, Ademir confessou o uso de múltiplos chips telefônicos, a criação de diversos perfis falsos e o compartilhamento de conteúdo íntimo da vítima. Ele admitiu ter solicitado e recebido imagens da jovem quando ela era menor de idade e ter mobilizado terceiros para intimidar a família.

Apesar da prisão preventiva, a polícia não conseguiu cumprir um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito devido a um endereço impreciso em uma área de risco. Os investigadores suspeitam da existência de ao menos uma outra vítima e pedem que potenciais vítimas compareçam à delegacia para registrar ocorrências.

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Fonte: G1

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