Justiça decreta prisão preventiva de acusados de criar barricadas e incendiar ônibus no Rio Comprido

Justiça decreta prisão preventiva de acusados de criar barricadas e incendiar ônibus no Rio Comprido

Três homens têm prisão preventiva decretada após barricadas e incêndio em ônibus no Rio Comprido A Justiça do Rio determinou a prisão preventiva de três homens que foram detidos na última quarta-feira (18) durante uma operação policial no bairro do Rio Comprido. A ação policial, que resultou na morte de Claudio Augusto dos Santos, conhecido […]

Resumo

Três homens têm prisão preventiva decretada após barricadas e incêndio em ônibus no Rio Comprido

A Justiça do Rio determinou a prisão preventiva de três homens que foram detidos na última quarta-feira (18) durante uma operação policial no bairro do Rio Comprido. A ação policial, que resultou na morte de Claudio Augusto dos Santos, conhecido como Jiló dos Prazeres, chefe do Morro dos Prazeres, gerou revolta e atos de vandalismo na região.

Os acusados, identificados como Mauro Penedo Galdeano, Yago da Silva Sobrinho e Thoni Uilson Nunes Leonel, são apontados como responsáveis por atear fogo em objetos e erguer barricadas com ônibus para interditar vias importantes do bairro. A medida visa garantir a segurança pública e a ordem na cidade, que foi palco de momentos de tensão.

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A decisão atende a um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e ressalta a gravidade das ações, que incluíram o incêndio de barricadas, o uso de motos com placas adulteradas e a fuga durante abordagem policial. O MPRJ informou que a prisão anula eventuais alvarás de soltura já expedidos para os detidos.

Operação policial e retaliação no Rio Comprido

Durante a operação policial, que se estendeu pelas comunidades dos Prazeres, Fallet e Fogueteiro, criminosos teriam utilizado pelo menos sete ônibus para formar barricadas em ruas centrais do Rio Comprido. Um dos coletivos foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, próximo ao acesso do Túnel Rebouças, o que levou à interdição da via por um período.

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A morte de Jiló dos Prazeres, de 55 anos, é apontada como o estopim para a retaliação. No entanto, a operação também resultou em outras mortes, incluindo a de quatro criminosos que teriam invadido a residência de um morador, Leandro Silva Souza, que também foi baleado e faleceu. A versão da Polícia Militar indica troca de tiros após o grupo fazer o morador e sua companheira reféns.

Versões divergentes sobre invasão de residência

Roberta Hopólito, companheira de Leandro Silva Souza, apresentou uma versão distinta dos fatos. Segundo ela, os policiais teriam utilizado uma granada para acessar a residência do casal e iniciado o tiroteio sem que houvesse confronto prévio. No dia seguinte ao ocorrido, a Polícia Militar anunciou o afastamento dos policiais envolvidos na ação.

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Fonte: G1

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