Comunidade escolar do Pedro II se manifesta contra violência após crime em Copacabana
Alunos e professores do Colégio Pedro II realizaram um protesto na tarde de terça-feira (10) em frente ao campus de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. A manifestação foi motivada pela repercussão do caso de estupro coletivo em Copacabana, que envolveu dois estudantes da instituição: um adolescente de 17 anos e Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos.
O ato contou com a presença de cartazes e bandeiras, onde os participantes cobraram providências do poder público e a implementação de políticas educacionais voltadas para a conscientização e prevenção de casos de violência sexual.
A manifestação reflete a preocupação da comunidade escolar com a segurança e a necessidade de ações efetivas para evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer. Paralelamente, a Justiça do Rio determinou a manutenção da internação do adolescente de 17 anos envolvido no crime, após audiência na Vara da Infância e da Juventude.
Relembre o caso de estupro coletivo em Copacabana
O crime ocorreu na noite de 31 de janeiro, em um apartamento em Copacabana. Segundo o relato da vítima, ela foi convidada para a casa de um amigo e, ao recusar investidas, foi trancada em um quarto com quatro homens e submetida a violências físicas e sexuais. Câmeras de segurança do edifício registraram a movimentação do grupo na data do ocorrido.
Adolescente e adultos são acusados pelo crime
Além do adolescente de 17 anos, quatro adultos já haviam se entregado à polícia. São eles: Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti, ambos de 18 anos, e Mattheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos. Eles são réus por estupro qualificado e cárcere privado, devido à menoridade da vítima.
Fonte: Reprodução / RJ2
