Nova Central de Inteligência Aumenta Capacidade de Monitoramento no Rio de Janeiro
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), inaugurou nesta terça-feira (13) a nova sede da Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (Civitas). A iniciativa representa um salto operacional e tecnológico no sistema de vigilância da cidade, com o objetivo de apoiar as investigações das polícias estadual e civil.
A Civitas, que opera desde 2024, agora conta com dez mil câmeras integradas e triplicou sua capacidade de monitoramento. A equipe de análise de dados cresceu de 38 para 110 profissionais, e o orçamento anual saltou de R$ 16 milhões para R$ 180 milhões, evidenciando o investimento massivo em tecnologia para a segurança pública.
Paes destacou a importância da Civitas como um apoio fundamental para as forças de segurança do estado, incluindo a Polícia Militar e a Polícia Civil. Ele ressaltou que, em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia, é essencial utilizá-la para otimizar a apuração e investigação de crimes, visando trazer mais soluções para a segurança no Rio de Janeiro.
Civitas: Tecnologia a Serviço da Investigação Criminal
A nova sala de situação da Civitas, localizada no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio), foi equipada com novos e modernos equipamentos. Essa modernização visa aprimorar a capacidade da central em coletar, analisar e disseminar informações relevantes para a segurança pública.
Força Municipal e Civitas: Duas Apostas de Paes para a Segurança
A reinauguração da Civitas faz parte de uma estratégia maior do prefeito Eduardo Paes, que também se prepara para a disputa eleitoral. Ele aposta em duas frentes principais na área de segurança: a Força Municipal armada, com 600 agentes previstos para entrar em operação ainda neste trimestre, e o fortalecimento da Civitas.
Paes afirmou que busca auxiliar o governo do estado nas questões de segurança pública, demonstrando uma postura colaborativa. A tecnologia empregada na Civitas é vista como um diferencial para agilizar processos e oferecer suporte mais eficaz às polícias na resolução de crimes.
Fonte: G1
