Eduardo Paes defende eleição direta para mandato-tampão no Rio e se lança como candidato

Eduardo Paes defende eleição direta para mandato-tampão no Rio e se lança como candidato

Paes critica eleição indireta e pede “Diretas Já” para o Rio O ex-prefeito do Rio de Janeiro e pré-candidato a governador, Eduardo Paes (PSD), defendeu enfaticamente que a eleição para o mandato-tampão no estado seja realizada de forma direta. Em mensagem divulgada para aliados e nas redes sociais, Paes classificou a eleição indireta na Assembleia […]

Resumo

Paes critica eleição indireta e pede “Diretas Já” para o Rio

O ex-prefeito do Rio de Janeiro e pré-candidato a governador, Eduardo Paes (PSD), defendeu enfaticamente que a eleição para o mandato-tampão no estado seja realizada de forma direta. Em mensagem divulgada para aliados e nas redes sociais, Paes classificou a eleição indireta na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para escolher o substituto de Cláudio Castro (PL) como uma manobra política de seu adversário para manter o grupo no poder.

A renúncia de Castro na véspera de sua condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2022 gerou polêmica. Juristas e o PSD entendem que a renúncia foi uma tentativa de esvaziar o julgamento e fugir das consequências judiciais. No entanto, o TSE confirmou que a escolha do governador-tampão ocorrerá na Alerj, conforme previsto pela Constituição do Rio.

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“Diretas já! A população deveria ter o direito de escolher”, declarou Paes em sua mensagem. Ele questionou a imparcialidade de um colegiado na Alerj, onde muitos foram eleitos utilizando o esquema investigado e que levou à cassação de Castro. O ex-prefeito se colocou à disposição para ser candidato caso a Justiça mude de entendimento e convoque eleições diretas.

Paes critica STF e pede atenção à Justiça Eleitoral

Eduardo Paes também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) por levar a julgamento virtual uma ação do PSD que questionava as regras da eleição indireta. O partido pedia a aplicação dos prazos da lei eleitoral, como os seis meses de desincompatibilização para a inscrição de candidaturas. A decisão do ministro Luiz Fux atendeu aos pedidos do PSD, mas há indícios de que a Corte possa reverter a decisão, mantendo as regras aprovadas pela Alerj.

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“Derrubar a decisão do ministro Fux significa quase que certamente a eleição de um candidato que é a continuidade do governo recém-cassado. Como ter eleições limpas no Rio em outubro com essa turma no poder?”, questionou Paes, referindo-se ao caso Ceperj, pelo qual Castro foi condenado por contratar cabos eleitorais de forma ilícita.

Fonte: g1.globo.com

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