Conta de Luz da Light Sobe 16,69% Após Decisão Judicial; Entenda o Impacto para Consumidores

Conta de Luz da Light Sobe 16,69% Após Decisão Judicial; Entenda o Impacto para Consumidores

Entenda o Aumento na Conta de Luz da Light A conta de luz dos consumidores atendidos pela Light, que abrange a cidade do Rio de Janeiro e parte da Região Metropolitana, sofrerá um aumento médio de 16,69% a partir desta quarta-feira (18). A decisão judicial autorizou um percentual bem superior aos 8,59% previamente estabelecidos pela […]

Resumo

Entenda o Aumento na Conta de Luz da Light

A conta de luz dos consumidores atendidos pela Light, que abrange a cidade do Rio de Janeiro e parte da Região Metropolitana, sofrerá um aumento médio de 16,69% a partir desta quarta-feira (18). A decisão judicial autorizou um percentual bem superior aos 8,59% previamente estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi notificada para cumprir uma liminar concedida pela 4ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, após a Light entrar com um mandado de segurança. A Advocacia-Geral da União (AGU) já anunciou que irá recorrer da decisão, buscando reverter o aumento.

O principal ponto de discórdia reside no uso de créditos de PIS/Cofins para a redução do reajuste das tarifas. Esse mecanismo vinha sendo utilizado para oferecer descontos aos consumidores, mas a Light questionou judicialmente os valores devidos pela concessionária, o que levou à atual decisão.

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Impacto nos Percentuais de Reajuste

O novo índice de 16,69% representa um aumento consideravelmente superior à inflação oficial do país. Em 2025, o índice fechou em 4,26%, segundo dados do governo federal. Para os consumidores residenciais, a alta nas tarifas foi de 6,40% para 14,58%.

Clientes de Alta Tensão Podem Ter Aumento Superior a 21%

O impacto do reajuste judicializado não se limita aos consumidores residenciais. Clientes de alta tensão, como indústrias e grandes estabelecimentos comerciais, podem enfrentar aumentos que ultrapassam os 21%. Essa variação mais expressiva reflete a estrutura de consumo e a tarifação específica para esses perfis de clientes.

Fonte: G1

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