Caso Marielle: Ex-chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, é transferido para presídio no Rio de Janeiro

Caso Marielle: Ex-chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, é transferido para presídio no Rio de Janeiro

Rivaldo Barbosa, ex-delegado condenado no caso Marielle, é transferido para o Rio de Janeiro O ex-delegado Rivaldo Barbosa, figura central no caso do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, foi transferido nesta segunda-feira (16/3) da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para uma unidade prisional no Rio de […]

Resumo

Rivaldo Barbosa, ex-delegado condenado no caso Marielle, é transferido para o Rio de Janeiro

O ex-delegado Rivaldo Barbosa, figura central no caso do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, foi transferido nesta segunda-feira (16/3) da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para uma unidade prisional no Rio de Janeiro.

A decisão de transferência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Barbosa, Domingos Inácio Brazão, também condenado pelo crime, foi transferido para o estado fluminense.

Rivaldo Barbosa foi preso em março de 2024, sob acusação de ter contribuído para o crime e dificultado as investigações. Embora absolvido das acusações de planejar e ordenar os assassinatos por falta de provas, foi comprovado que ele auxiliou os irmãos Brazão. Na época do atentado, ocupava o cargo de chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ).

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Detalhes da Condenação e Transferência

A condenação de Rivaldo Barbosa é de 18 anos de prisão. A transferência para o Rio de Janeiro visa, possivelmente, facilitar o andamento de processos e o cumprimento de penas no estado onde os crimes ocorreram.

O Papel do Ex-Delegado no Caso Marielle

Apesar de ter sido absolvido de ter sido o mandante do crime, as investigações e o julgamento apontaram a participação de Rivaldo Barbosa em atos que visavam atrapalhar o curso da justiça. Seu cargo como chefe da Polícia Civil à época do duplo homicídio levanta sérias questões sobre a condução inicial das apurações.

Fonte: Metrópoles

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