Carnaval 2026: Dicas essenciais para proteger seu celular
A festa de Carnaval é um período de alegria e celebração, mas também exige atenção redobrada para evitar transtornos. No Rio de Janeiro, durante o último Carnaval, a cada seis minutos um celular foi roubado ou furtado, totalizando 4.613 registros de furto e 2.469 de roubo. O prejuízo financeiro é apenas uma parte do problema, pois as vítimas podem sofrer ameaças e ter sua segurança digital comprometida.
A distração comum em meio à folia, com fantasias, glitter e o desejo de registrar cada momento, acaba facilitando a ação de criminosos. Em São Paulo, o cenário foi similar, com mais de 6.000 ocorrências de furtos e roubos de celulares registradas durante o período festivo. O conteúdo do aparelho, que hoje funciona como uma extensão da identidade do usuário, concentra dados bancários, documentos e senhas, ampliando os danos em caso de perda.
Diante desse cenário preocupante, o mercado tem oferecido soluções para mitigar os riscos. Itens como as chamadas “coleiras de celular” têm ganhado popularidade na internet, e bancos e aplicativos têm reforçado suas ferramentas de proteção. Medidas como limites de acesso, bloqueios rápidos e mecanismos de segurança aprimorados são cada vez mais importantes.
Recomendações de segurança para foliões
Para garantir uma folia mais tranquila e segura, é fundamental adotar medidas preventivas. Entre as principais recomendações estão a ativação da autenticação em dois fatores, o bloqueio automático de tela e o bloqueio do chip e do aparelho. Além disso, é crucial manter a ativação da localização remota e utilizar pastas protegidas para aplicativos sensíveis.
O que fazer em caso de roubo ou furto
Caso seu celular seja roubado ou furtado, a primeira ação é avisar imediatamente o seu banco para proteger suas contas financeiras. Em seguida, é essencial registrar a ocorrência policial. Muitas cidades já contam com plataformas públicas de segurança digital que facilitam o bloqueio rápido do aparelho e de contas associadas, minimizando os danos após o crime.
A experiência de uma secretária executiva no Rio de Janeiro ilustra os riscos. Após ter seu celular roubado em meio a um samba, ela passou a receber ameaças com fotos de armas e dados pessoais, exigindo o desbloqueio do aparelho. Mesmo com um novo celular, ela conseguia rastrear o antigo em diferentes pontos da cidade, evidenciando a persistência dos criminosos e a vulnerabilidade dos dados contidos em um smartphone.
Fonte: G1
