Investimento Recorde para o Cinema Carioca
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SececRJ) anunciou um plano ambicioso para o setor audiovisual do Rio de Janeiro, destinando R$ 40 milhões em 2026. O objetivo principal é democratizar o acesso a recursos e estimular a criação de novas obras cinematográficas em todo o estado, fortalecendo a indústria cultural fluminense.
Esta iniciativa pioneira visa cobrir diversas etapas do ciclo de produção e exibição, desde o desenvolvimento de roteiros até a chegada dos filmes aos espectadores. A expectativa é de um impacto significativo na economia criativa e na geração de empregos no setor.
O anúncio, divulgado pelo Jornal O Globo, detalha que os recursos provêm do Fundo Estadual de Cultura e do Fundo Setorial do Audiovisual, em colaboração com a Ancine, agência reguladora do setor. A medida reforça o compromisso do governo estadual com a valorização da arte e da cultura produzidas no Rio de Janeiro.
Três Frentes de Investimento Estratégico
O plano de ação está estruturado em três pilares fundamentais para o desenvolvimento do audiovisual: fomento à produção de longas-metragens, apoio à comercialização das obras já finalizadas e a expansão da Rede Estadual de Cinemas RJ. Essa abordagem integrada busca suprir demandas em diferentes pontos da cadeia produtiva.
Apoio à Produção e Comercialização
Uma parte considerável dos R$ 40 milhões será direcionada para o fomento à produção de longas-metragens, incentivando a criação de novas histórias e a diversificação de gêneros. Paralelamente, haverá um forte investimento no apoio à comercialização das obras, auxiliando na distribuição e exibição dos filmes, garantindo que o público tenha acesso a produções locais de qualidade.
Expansão da Rede de Cinemas
A iniciativa também contempla a expansão da Rede Estadual de Cinemas RJ, com o objetivo de levar a experiência cinematográfica a regiões do estado que ainda possuem pouca ou nenhuma infraestrutura de exibição. A meta é ampliar o alcance e a capilaridade do cinema fluminense, democratizando o acesso à cultura e fomentando a formação de novas plateias.
Fonte: O Globo
