Airbnb impulsiona economia brasileira com R$ 113 bilhões e gera mais de 700 mil empregos
O Airbnb, líder mundial em hospedagem, movimentou impressionantes R$ 113 bilhões na economia brasileira no último ano, representando um crescimento de 13% em relação ao período anterior. Este volume recorde, divulgado em estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), reflete a forte recuperação e o avanço do setor turístico no país.
O Rio de Janeiro se destacou como um dos principais polos de atração turística, registrando um aumento de 21% na movimentação. A cidade foi impulsionada por grandes eventos, como o show da cantora Lady Gaga, que atraiu mais de dois milhões de pessoas à Praia de Copacabana, evidenciando o poder do turismo em gerar impacto econômico.
Luiz Gustavo Barbosa, gerente executivo da FGV Projetos, explicou que o cálculo considera os gastos diretos de hóspedes e anfitriões, além dos efeitos multiplicadores em diversos setores. A pesquisa aponta que a plataforma contribuiu com quase R$ 63 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB), um acréscimo de 12%.
Impacto significativo no PIB e na geração de empregos
Além da expressiva contribuição para o PIB, a atuação do Airbnb no Brasil foi fundamental para a criação de mais de 700 mil postos de trabalho. Esse número demonstra o papel da plataforma como um motor de desenvolvimento econômico e social, beneficiando diretamente a vida de milhares de brasileiros.
Efeito multiplicador nos municípios
O estudo da FGV ressalta o efeito multiplicador dos gastos gerados pela plataforma nas cidades. “Isso gera um efeito multiplicador de benefícios para as cidades”, afirma Barbosa. A movimentação financeira se espalha por diversos setores, desde o comércio local e serviços de alimentação até o transporte e o artesanato, fortalecendo as economias regionais.
Metodologia de cálculo e perspectivas futuras
O valor de R$ 113 bilhões foi calculado com base nos gastos efetivos de hóspedes e anfitriões. A FGV detalha que essa análise abrange não apenas as transações diretas na plataforma, mas também os gastos associados à estadia, como alimentação, passeios e compras, que beneficiam a cadeia produtiva do turismo.
Fonte: G1
