Polícia prende chefe do tráfico 'Povo de Israel' em churrasco; facção lucra milhões com golpes de falso sequestro

Polícia prende chefe do tráfico ‘Povo de Israel’ em churrasco; facção lucra milhões com golpes de falso sequestro

Chefão do tráfico preso em festa: A queda de ‘Kinca’ e a facção ‘Povo de Israel’ A Polícia Civil realizou a prisão de Mário Cea de Paiva, conhecido como ‘Kinca’, de 45 anos, apontado como um dos principais líderes da facção criminosa ‘Povo de Israel’. A detenção ocorreu em São João de Meriti, na Baixada […]

Resumo

Chefão do tráfico preso em festa: A queda de ‘Kinca’ e a facção ‘Povo de Israel’

A Polícia Civil realizou a prisão de Mário Cea de Paiva, conhecido como ‘Kinca’, de 45 anos, apontado como um dos principais líderes da facção criminosa ‘Povo de Israel’. A detenção ocorreu em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, enquanto o suspeito participava de um churrasco com amigos. ‘Kinca’ possuía dois mandados de prisão em aberto por roubo e estava sob monitoramento de agentes da 38ª DP.

De acordo com informações de inteligência, ‘Kinca’ ocupa a terceira posição na hierarquia da facção, que se originou no sistema penitenciário do Rio de Janeiro. O grupo é especializado em golpes de falso sequestro e extorsões, utilizando ligações telefônicas para aplicar fraudes que movimentam milhões de reais. A operação policial que levou à prisão de ‘Kinca’ também resultou na detenção de outras seis pessoas.

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Durante a ação no churrasco, a polícia identificou outro indivíduo com mandado de prisão pendente e cinco pessoas em posse de celulares roubados. Todos foram levados à delegacia, e cinco foram autuados em flagrante por receptação. ‘Kinca’ acumula um extenso histórico criminal, com passagens por roubo de carga, receptação e estelionato, e é suspeito de envolvimento em ataques ocorridos no Rio de Janeiro em 2010.

Histórico criminal e atuação da facção

Mário Cea de Paiva, o ‘Kinca’, é considerado um integrante chave na estrutura da facção ‘Povo de Israel’. A organização criminosa, composta majoritariamente por detentos, coordena atividades ilícitas diretamente das unidades prisionais. Os golpes mais frequentes aplicados pelo grupo são o do falso sequestro, que gera vultuosas quantias financeiras.

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Operação resulta em sete prisões

A presença de ‘Kinca’ em um churrasco serviu como ponto de encontro para a ação policial. Além do líder da facção, outras seis pessoas foram detidas no local. Cinco delas foram presas em flagrante por receptação de bens roubados, evidenciando a conexão do grupo com crimes contra o patrimônio.

Passagem pelo sistema federal

O histórico de ‘Kinca’ inclui uma transferência para o Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, após ser preso em relação a ataques criminosos registrados no Rio de Janeiro em novembro de 2010. Estes ataques foram uma resposta à implementação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

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Fonte: G1

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